Pole Quem?

Okay... eu fui investir na minha veia divagante, novamente, mas aquela veia meio louca e errante, que não tem nada na cabeça, sabe? Exatamente... lembra da vez que fui cavalgar o Bob Esponja? O cavalinho? Vestida com um vestido de época liiiindo? Só para provar que as cenas dos livros são fakes quando narram toda aquela lindeza e exuberância toda? Ou aquela vez em que amarrei os lençóis desconjurados e, vestida também com uma roupa de época, resolvi descer, pendurada, como um macaco-aranha, e quase despenquei? mentira... despenquei... mas quis mostrar que as mocinhas que sempre conseguem "fugir" das torres dos castelos em chamas estão é de muita sacanagem com a nossa cara, isso sim... Ou melhor, as autoras... Ou teve a vez em que fui para uma motocicleta sexy pra caraaaaaaalho, uma Harley Davidson legítima, vestida e toda trabalhada no couro, provando que na hora H, a hora que fazemos aquela retirada ninja do capacete, nunca sai como nas cenas dos filmes ou livros, ou comerciais de xampú. O cabelo não sai esvoançante e sexy e nem nada. Sai um ninho de mafagáfos medonho.
Certo... mas por que relembrei tudo isso? Porque a louca aqui, eu, a Divagante, resolvi me aventurar em provar, mais uma vez, que cenas de livros são apenas isso: cenas de livros. 
Okay, eu queria testar a teoria e também fazer uma espécie de , como os atores chamam quando vão interpretar um determinado papel e testam algo do personagem? escola? sei lá... 
Lá fui eu... testar o Pole Dancing. Certo... a curiosidade tinha ficado atiçada primeiramente por conta de algumas cenas de livros. 
Daí, veio uma série específica que assanhou minhas lombrigas literárias e colocou uma pulga Manga-larga Apaloosa puro-sangue, atrás da minha orelha cheia de piercings... o que incomodou pra caramba....
Na série de livros Last Riders, da autora Jamie Begley, temos um MC, um Moto Clube muito zoeiro e cheio de putaria, mó recheada das "sacanagi", suinguêra looooka e tudo mais. 
Daí, em contrapartida aos machos alfas e muito sexies, suados e cheios de gomos, e nada mal-cheirosos, o que seria de costume em uma média de 90% dos motociclistas americanos ( eu já vi... hehehe, pq vamos combinar que nos livros e seriados eles são lindos... ao vivo... a coisa muda um pouco a configuração...), as mocinhas são florzinhas virginais e plácidas e tchururu.
Maaaaas.... há uma lady em específico ali, que muito me encafifou com a história do poste. Ou Pole, pra ficar mais bonito. Porque pega mal falar que a mina rodou no pau. Neh, não? Hehehehhe...

Lilly, uma flor de candura... um anjo delicado... um amor de pessoa. Cheia de traumas e tudo mais. Um passado devastador. Conquista a atenção e obsessão, diga-se de passagem, do mais fodão de todos, o todo-fantástico Shade, o CARA. Shade é uma espécie de Flame ( by Tillie Cole ), versão Seal, bem tratada e sem toda a neura psicótica de um passado torpe. Eles têm em comum o lance da Síndrome de Asperger e a incapacidade de sentimentos e compreensão do mundo de uma forma comum aos reles mortais. Com exceção de suas adoráveis contrapartes, que ganham sua devoção eterna, inclusive, o direito de terem todo e qualquer macho que virar os olhos na direção das mesmas, assassinados friamente e sem dó. 
Okay... Lilly conquista essa obsessão possuída de Shade. 
Lilly é uma flor. Mas Lilly fez aulinhas de Pole Dancing na faculdade... hummmm...
Daí, certo dia... estão numa boaaaate, e tadaaaaam... Lilly vê um poste... e tadaaaaaam... Lilly roda no poste... e tadaaaaaam... "azamigas" vêem aquilo e WADARRËEEEEEU????
Lilly explica que fazia aulinha... Awww... que fofa.
Daí... certo dia... numa festa de putaria clássica no clube dos motokas, Lilly dança no poste... e Shade vê aquilo e tadaaaaam... WHATAFUUUUUUCK???? Shade quase tem um infarto, uma parada múltipla de todos os órgãos, um derrame cerebral associado a uma embolia pulmonar, culminando com uma ereção cósmica no seu... poste. Lilly depois vai lá, toda safada e para provocar Shade, dança no poste de novo... e leva uma pêia ( no bom sentido ) por ser atrevida e ter feito os outros machos babarem e quase ter feito o Shade matar todo mundo. Lembra que falei que ele era meio psicótico e poderia assassinar quem virasse os "zoín" pra mulher dele? Tipo isso.
Agora vamos aos furos. 
Lilly só usava roupinhas clássicas e beatas. Vestidos longos, saias e frufrus. 
Logo, na cena da boate, me pergunto, como ela rodou no poste? 
Na tal festa no clube, ela estava com um vestido de cigana, logo, me pergunto... como ela rodou no poste? 
No momento em que ela quis ser sacaninha, ela estava realmente com algo meio condizente... daí acho que deu pra ela rodar no poste.
Agora vou explicar o porque dessa minha divagação louca:
Quando eu fui fazer a aula experimental esta semana (se arrependimento matasse, eu estava num funeral agora...), eu fui muito bem composta, com um short até mesmo razoável e tal. 
Quando fui fazer um determinado movimento a professora virou pra mim e perguntou: 
- Ei, você... e esse short de vovó aí? 
Senti vontade de falar que minha avó não teria condições de usar aquele short, ou teria sido excomungada, mas relevei. Respondi calmamente:
- Posso dobrar mais um pouco.
No que ela respondeu:
- Não vai dar. Troca por esse.
Fui lá e coloquei um short que quase permitiu que eu visse meu próprio útero... opa... esse eu nem tenho mais, então essa informação não procede...

Ou seja... colocando o short de Stripper, onde praticamente liberei minha stripper interior naquela tarde... foi lindo.... percebi que, para fazer certos movimentos no Pole, você tem que ter muita pele exposta, mano.
Tipo... muita pele mesmo. Porque é a maldita pele e as dobras dos músculos ( não pensem indecências, suas safadas...) que fazem as pegas no maldito poste e te fazem aderir e ficar grudada como um franguinho no graveto.
E vou dizer. Aquela porra dói.
Aquela. Porra. Dói. Pra. Caralho!
Cada virada de movimento era um flash. Porque era um beliscão medonho que dava nas minhas gordurinhas espalhadas pelas coxas.
Digo que era quase uma esfoliação selvagem, drenagem linfática medonha e sinistra, com depilação às vácuo, na base da fricção... Isso porque nem sequer falei da maldita força que tinha que fazer nos meus músculos para conseguir me manter erguida no troço, ou despencaria como uma jaca podre lá de cima... okay, não tão de cima, mas a partir do momento que vc está de cabeça pra baixo, qualquer altura é grande o suficiente para uma lesão mortal ( olha... daria um nome de livro para a JD Robb) ... heheheh...

Enfim... Lilly... tsc tsc tsc... Na na nanina... Se não estava sem roupa, só de calcinha ou com short micro blaster na parte sul do corpo, não tem como ter feito as manobras sedutoras que Jamie narrou no livro. Só se a saia da mina veio parar no queixo e eu não percebi. Ou se ela amarrou a saia e pagou calcinha pra geral mesmo, na maior. Mas aí, te digo que Lilly me surpreendeu batendo a timidez longe... safadinha...

Nesse ínterim... digo que fiz a aula, escrevi uma cena que queria para um livro meu, e sim, a minha personagem está praticamente desnuda e muita pele adere no poste referido, embora o poste que ela esteja não seja de alumínio e sim um mastro de madeira muito bem lustrado e tchururu... hehehehe...mas minha licença poética liberou geral... o que acho que foi a mesma licença poética que liberou o aval da Jamie, e cá estou eu julgando a tia... Martinha má...

Agora... para compartilhar as dores com vocês...
Tudo em mim range hoje. Tudo. Absolutamente tudo. Rir dói. Tossir dói. Peidar dói.
Há roxos em lugares super engraçados no meu corpo sexy. 




Mas não há nada como um dia lindo, onde posso dizer que já fiz Pole Dancing. Nem que seja para dizer que fui, fi-lo e não morri. Mas me pendurei naquele trem, não fui parar no hospital, me senti uma diva nada sexy pendurada lá em cima, por um instante soltei minha stripper enclausurada e pensei até mesmo em calçar um salto para dar um efeito... Oi? tá louca?





Nessas horas eu simplesmente vou dar uma salva de palmas para as dançarinas exóticas e eróticas da vida, que se penduram no poste e arrasam. 
As dançarinas que fazem por esporte e têm uma puta força do caralho para se manter nas posturas mais inglórias do mundo, mas ainda sim fazem com elegância.
As dançarinas que fazem e tiram foto da geral, com micro-roupas ou nenhuma roupa, e ainda conseguem executar movimentos sacudindo os silicones da vida... e tudo isso no salto agulha.

Minhas palmas e meu minuto de silêncio.



P.S. 

O Minuto de silêncio foi meio que por uma invejinha banal mesmo. Sorry.




Bjuuuu

6 comentários:

  1. Rsrsrsrsrsrs.... deixa ver se consigo parar de rir rsrsrsrs... cara só você!!! Mas essa Jamie viajou ne? No poste de vestido longo??? Sem chances...
    Mas acho que faltou uma coisa nessa divagação... uma foto sua no poste heim rsrsrsrs.
    Bjs

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    1. Então... o vestido subiu... só pode, Nana... hahahah... Agora... minha foto no poste... no way... Esse mico é desnecessário... mas tenho fotos para provar que fui pro paaaau! Hahahaha

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  2. Ahh, e se Lilly levantou o vestido e fez tudo isso na calcinha? E se a safadenha virginal nem usava isso? hahahah

    Saudades da sua divagação, vou até voltar a ler essa série, parei justamente no livro dela. Estava com medo de trai o Flame, não estou mais, porque AK dominou meu ser.
    Beijos!

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    1. Então, Maricota... existe essa hipótese da Lilly ter sido uma safada das mais atrevidas... hahahah
      Leiaaaa! Shade é demais! Eu reli o livro dele esse ano já. Adorooooo..
      AK é lindo, neh? reli Flame tb, só pra não perder o embalo dos dark... hahahah

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  3. Quando parar de rir, volto comentar.... só você mesmo Martinha..kkkkkkkkk

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    1. Tu tá rindo das minhas dores, né? Hahahahha... Hoje sou um ser gemente... e garanto que não é o gemido prazeroso...

      Hahahahha

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