domingo, 7 de dezembro de 2014

Divagações de Martinha

 

Dúvidas que assolam, imagens que mentem

 

Okay….já estava com essa divagação há um certo tempo perturbando minha mente fértil. Vejam bem…foi uma coisa somada à outra. Uma dúvida que me corrói desde muito cedo e uma imagem formada em minha mente sempre que leio os livros que tanto amamos.

Primeiro deixe-me dar vazão à dúvida referida:

Pra quê será que serve aquela abertura no forro das nossas calcinhas? Você já parou para se perguntar isso ou investigar o lance?

E aí descubro uma merda pior ainda. Lá vou eu ao google procurar uma imagem para ilustra e coloco a palavra calcinha. E o que me sai? somente imagens daquela banda liiiiinda ( SQN) Calcinha Preta. O que? agora eles se apoderaram e patentearam a palavra calcinha, foi?

Ahhhh…não consegui achar nenhuma imagem para mostrar, mas basta que vc mesma olhe a sua peça íntima e perceba se ela tem um forro com uma abertura. Daí, vcs poderiam me fazer a gentileza de esclarecer para o que serve aquilo. Até hoje não sei…e me pergunto isso desde adolescente.

Daí…porque falo de calcinhas? Porque os livros são lindos e floreados. Tudo é maravilhoso. A lingerie da mocinha é sexy, o vestido de festa que ela usa sem sutiã e calcinha tb é sexy…hum hum…

Agora nos deparemos com a realidade de nós mesmas. Ou da maioria, talvez.

Você lê os books e viaja na cena. Uaaaau…que sexy. Coloquemos nos pratos limpos pois.

Vou colocar a Expectativa que os livros pintam e que os homens esperam. E logo em seguida vou colocar a realidade dos fatos. Atirem a primeira tecla aquelas que não concordarem comigo.

 

Lingerie

Expectativa                                                   Realidade

imagem 10imagem 11

 

Meia Calça

Expectativa                                             Realildade

Iamgem 7 meia calça

 

Camisolas

Expectativa                          Realidade

Imagem 6  camisola-sonhart

 

Pijamas

Expectativa                             Realidade

pijama sexypijama

 

Lingerie de Oncinha

Expectativa                                                Realidade

Imagem 4Imagem 3

 

Calcinha do Dia-a-Dia

Expectativa                                 Realidade

Imagem 5Imagem 9

 

Por Baixo do Vestido sexy de noite

Expectativa                                  Realidade

Imagem 8Imagem 2Imagem 1

 

Soutien por baixo de uma blusa sexy de seda

Expectativa                                                       Realidade

Suti de rendasuti 2

Okay….por aí vai muito mais coisa do que acredita a vã filosofia…

Cada livro é um mergulho maravilhoso na realidade e ficção das coisas e peças íntimas que usamos. Hahahaha…Eu acho que as autoras escrevem sobre uma realidade que elas gostariam que existisse. Um mundo ideal, uma calcinha ideal, um homem ideal…essas coisas…tipo bem fantasioso mesmo…

Porque amigas…eu sei que existem mulheres como as de Atenas que usam calcinhas fio dental como se estivessem usando uma camiseta comum…mas venhamos e convenhamos…eu prezo pelo conforto no dia a dia…

Aqui vai uma dica dos vários tipos de lingeries:

 

estilos de calcinhas

Yay!!! Eu tô ali no 2,3,4,5. Confesso que já usei o 1. Quando estava grávida e depois de grávida pra segurar os músculos abdominais teimosos que insistiam em estar flácidos.

 

Aqui vai apenas uma ilustração de certas coisas que não se deve fazer never:

 

calcinha-a-mostra

 

E aí? se divertiram??? se identificaram?

Bjuuuu

sábado, 29 de novembro de 2014

Divagações de Martinha

 

A Viajante da História

 

Então…não é de hoje que espalho aos quatro ventos que encalhei num livro de tal forma que nunca mais consegui avançar.Tudo por causa de um spoiler pra quem me conhece, eu adoooro spoiler…de verdade…tanto que adoroooo liberar uns).

Daí, Era uma vez um Spoiler  que acabou matando o meu tesão pelo book em questão. Calma, curiosas. Já vou revelar que livro é. Eu já tinha um certo temor em pegar o referido livro pela quantidade de páginas do disgramento. Pra lá de 700 fuckers pages. O segundo entrave dava-se por conta do infeliz : na época era uns 99 Dilmas.

O livro chegou às minhas mãos de maneira mágica ( hellooooo ebooks), porém eu, lindamente politizada, fui na library e comprei o dito cujo. Uma coisa eu posso garantir: ele foi um excelente peso de papel por um tempo.

Ficou ali. Encalhadinho no cerrado. Nunca quis pegar nele. As páginas me queimavam. Meus olhos ardiam. Era uma coisa de louco. E eis que….surge um fela da Pucca de um seriado, ou até então da promessa de um seriado, que veio acabar com minha resolução em me recusar a ler o danado.

O livro tal vai virar filme! Escolheram esse ator pra ser o fulano! Começaram as gravações! Vai sair o primeiro episódio!

E aí meu mundo veio ao chão. Porque graças ao grupo dedicado ao livro ( livro não…série…porque agora tuuuudo é série ), comecei a ver esporadicamente, meio que apenas por curiosidade, algumas cenas filmadas e tchururu. E PLIM!!!! Lá veio a lombriga literária perturbar minha vida. A curiosidade finalmente bateu ( diga-se de passagem porque o ator é um gaaaaato), e eu peguei meu precioso empoeirado para tirar a limpo.

Vejam bem, eu já lido pra mais de 300 páginas. É óoooobvio que não comecei do início. Dei só uma repassada voadora de páginas pra dar uma lembrada e tal.

Larguei o livro. Calmaaaa….eu preferi o ipad porque aí eu só rolava os dedinhos e não ficava na zica de acompanhar quantas páginas faltavam para o livro acabar ( alguém aqui faz isso?).

Acredito que vocês já devem ter descoberto sobre qual livro me refiro, certo? Um certo Jamie Fraser? escocês piteuzudo? hein? Outlander, gatas. Ou para as traduzidas, A Viajante do Tempo, da Diana Gabaldon.

Okay. Vocês sabem muito bem que eu não resenho. Eu divago. E que não solto spoiler. Eu apenas me excedo um pouco além do que devia. E que também não alicio ninguém a ler o livro. Eu incentivo. Heheheh…diga isso para as garotas que se recusavam a ler Irmandade dos Adagas Negras, Série Mortal, Darkhunters…heheheh…

Legal. A mocinha viaja no tempo. Ela sai lá de meados dos anos whatever e cruza umas pedrinhas mágicas e pêi! Tá no meio de um conflito entre ingleses e escoceses, um lance quase que Mel Gibson em Coração Valente ( eu sei que foi exagero). Ela retrocede cerca de 200 anos pra trás. Caraaaaa…ramu combinar. A mocinha estava literalmente fodida. Porque ela vai cair no meio do bosque, é quase violentada rudemente, é salva por um bando de escoceses fétidos ( tô floreando pra ficar mais legal) e acaba tendo que dar uma costurada sorrateira no gatieeeenho da história.

Claro que se nos atentarmos à realidade da época, veremos que a desgraceira era maior e que o gatieeeenho nem tava top no momento. Porque minhas amigas? porque era sangue pra todo lado. Cabelo sujo e desgrenhado, dentes sem escovação. Some as fotos e que álbum você tem? Total freak Horror.

Claro que a a Claire na altura dos campeonatos também não estava mais no garbo. Descabelada, com um vestido da época que os cidadãos achavam que era a roupa de baixo…e olha que a época dos shortinhos nem tinham chegado. Imagino que a diva estava sujismunda, sem make e com cara de Cho-ca-da. Tipo aquela face: Whatafuck? Até então ela jurava que estava nas gravações de Coração Valente. Hahahahahahah…

Okay. História avança daqui, dacolá. A mocinha vê-se obrigada a casar-se com o cidadão Jamie Fraser ( combinemos que ela se deu bem. Pegou o boyzinho mais jovem. Até então ela com 27 e o gato com 23). Casou, rolou o fling ( tinha que rolar pra consumar o sagrado matrimônio). Mocinha entra em crise existencial porque Oi??? ela já era casada, a safadinha. E tava casando de novo. E putz…tantas sem nenhum e a bicha com dois. Sacanaaaagi!

Vamos lá. A criatura toma um monte de bordoadas. Quase é queimada viva. Toma bordoada de novo. Cai do cavalo, apanha do marido ( O Jamie entrou na vybe do Christian Grey), é insultada, obrigada a trabalho escravo ( porque a mina é enfermeira e aí todo ser lesado da Escócia é levado pra ela dar uma suturada geral).

Mas o chamariz da parada é o Jamie. Até mesmo porque a gente não se apaixona por mocinhas, pleeeease. Os mocinhos é que tomam o post de fodásticos dos livros. É  totalmente compreensivel que nós leitoras nos apaixonemos pelo escocês ruivo. Nem se deve ao fato dele ter maravilhosos olhos azuis e um tanquinho. E usar kilt e ter umas coxas atléticas. Claro que não. Daaaaa. Deve-se ao fato do cara ser extremamente simpático e engraçado. Ele tem umas tiradas hilárias que fazem você conservar um sorriso no rosto sem nem ao menos perceber. Fora o fato dele ser extremamente carinhoso e tarado pela esposa. E imagine isso a um sotaque escocês. Se você não conseguir imaginar sozinha, aconselho a dar uma bizuiada no google ou no youtube e curiar algumas cenas. Já tem episódio pra baixar. Eu não sei fazer saporra, mas minhas amigas vão me dar um help.

The problem is: O Jamie também é um chamariz para um motherfucker de um capitão inglês do carái que curte uns jogos vorazes com os seus prisioneiros. E claro que ele bate o zoin no Jamie e pinta um lance psicótico. Até então eu achava que o cara seria obcecado na Claire. Ledo engano. O cara tava doido pra saber o que tinha embaixo do kilt do Jamie. Foi por conta do spoiler dessa cena que parei, parei e parei.

Se não quiser saber, vá agora e feche a porta com delicadeza, porque eu vou soltar um spoiler cabuloso. Momento Vingança…hahahahaha. ( é pra ser uma risada maldosa, okay? ). Eu não engoli a parada do spoiler que dizia que Jamie Fraser, para salvar sua esposa do perigo, aceita ficar e ser sodomizado pelo referido capitão feladaputa. Tipo: neveeeeer. hãn-hãn. Um escocês macho? daqueles que cospem nojentamente no chão?

Mas aí, com a curiosidade assanhada, eu acabei chegando na cena disgramenta. E continuo na revolta, porque vamos combinar: a autora é onisciente, onipresente e onipotente. São os dedos dela que comandam as letras e os parágrafos. Ela comanda a história. Ela não poderia ter feito uma parede cair em cima do capitão maldito e matar o cabra antes dele judiar do Jamie?! Porque não? porque??? Odeio cena de estupro. Seja feminino ou masculino. Odeioooo. Tive traumas e até hoje tenho pesadelos com o Acheron e com o Stixx. A Sherrilyn Kenyon não aliviou a barra de jeito nenhum. E ainda fez questão de compartilhar detalhes gráficos. Poooorraaaa…

Pois. O cara maltrata o Jamie, espanca, tortura ( tudo isso antes e depois do ato sórdido), quebra os dedos da mão dele, açoita, humilha e ainda quer traçar o bichinho? Okay. Chorei no lance porque entendi que a obsessão do cara por ele foi o que salvou a Claire. E aí eu preciso voltar nessa lady, porque minhas amigas…vamos lá…a bicha merece um clap clap ( palmas…). Ela tem que lidar com a visão do marido dela detonado, com a perspectiva do marido dela ser deflorado, com um moita de cadáveres no meio da neve, com um ataque de lobos, onde ela solta seu lado Sansão ( então chamemos a mocinha de Claire Samsonite) e um monte de outras coisas. Ela cai, mas levanta. Apanha, mas passa make ( exagero). Se rasga toda, mas se costura. Ela é diva.

Entonces. Onde eu estava ? lá no Jamie. Num milagre miraculoso, o cara consegue ser resgatado antes de ser enforcado no dia seguinte. E tudo tem a ver com um estouro de um bando de vacas. Estão vendo? se a autora colocou na cena um bando de vacas que culminaram no resgate do soldado Ryan, porque ela não poderia ter feito o Cap. Tarado Randall se fuder antes do feito? Porque ela é má. Diana, bicha má.

O Jamie tá sapecado. Sangue pra todo lado, chicote, queimadura, mordida ( o capitão era um selvagem e levou os lance de sadomasoquismo ao pé da letra. Quartinho Vermelho? nãaaao queridas…calabouço da dor ). Congelado, destruído literalmente. Por dentro e por fora. Corpo e alma. E ainda por cima, ele ainda conseguia soltar umas piadinhas tipo: “pelo menos não vou ficar constipado por um tempo”. Oi?

Okay. Num momento quase morte, depois do resgate e de uma fuga poderosa, eles chegam a um mosteiro na França ( tchau England Rose) e começa o tchururu. O Jamie quase morre, a Claire labuta até a alma pra sarar o mino, daí num momento em que ele recebe até a extrema unção, ele está desistindo da vida. A Claire elabora um plano santo e vai lá sem demora ( curtiram a referência ao Legião Urbana?), dá uma causticada no rapaz, fazendo com que ele reaja. Porque até então ele manda ela embora e fala que não consegue tocar nela. Agora não lembro se antes ou depois. Merda…

Então…ela reativa as memórias do estupro dele pra que ele possa reagir do jeito que ele deveria ter reagido. O cara fica looooko….sai da febre mortal dele, levanta do quase coma, sacode os cabelin desgrenhado e desce a bordoada na Claire, que aguenta firmemente. Heeeey…eu faxinando a casa já fico com dores horríveis pelo meu corpinho sexy…imagina levando uma pêia? voando pra lá e pra cá, quebrando móveis e quase sendo esganada. Cruzes…

E eis o momento dejávuuuuuuu…ele começa a contar o lance todo e fala que ficou puto porque ele acabou reagindo ao ataque do Capitão Tarado. Reagindo no sentido de : o capitão fez com que ele ficasse excitado. Okay. Pausa para o café.

Ring.Ring.Ring.

- Alô?

- Diana Gabaldon?

- Eu mesma, quem fala?

- Oi, aqui é a Sylvia Fucking Day, tudo bem?

- Tudo. A que devo a honra desta ligação a esta hora ? ( vamos pensar que a Sylvia ligou sem dar-se conta do fuso horário).

- Eu estou escrevendo sobre um personagem, o Gideon, e eu queria saber se posso dar uma plagiada nesse lance dele ser abusado e depois confessar que acabou “curtindo” a coisa toda?

- Bem, o Jamie não curtiu. Ele apenas revelou que o corpo dele reagiu aos estímulos prestados. Mas fique à vontade.

Pi.Pi.Pi.

Telefonema desligado, eis que anos depois eu leio a poha do livro 3 da SD e lá temos Gideon assumindo para Eva que até sentiu prazer no abuso. Oi? Okay. Anatomicamente falando, o Capitão Tarado soube exatamente que botão apertar para gerar uma resposta física do Jamie.

Mas mesmo assim, ainda me revolto com a coisa toda. Porque foi estupro, entende? Não um ato consentido por vontade própria. Ele usou seu corpo para proteger o da Claire, mas ele queria aquilo? acredito que não. Então pra que embelezar a coisa? Tipo dizer que o cara não “violentou”, ele fez amor??? ahhhh, como diria o DR. Pimpolho com toda a sua graça…Ahhh, vá se fuder, mano!

São coisas dúbias. Estupro e coerção e Ato de amor e participação. Como eu disse: Lena Valenti é outra que adora uma cena de estupro justificado. Não concordo, não concordo e não concordo.

Achei desnecessária essa finalização do livro da Diana. Quer dizer que o Capitão de deu bem afinal? Isso é uma merda. Não precisava disso. Tô chateada já imaginando o gatinho do seriado passando por isso.

Pronto. Falei. Tô me sentindo bem mais leve.

E por favor: entreguem o prêmio de heroína do ano pra Claire Beauchamp Fraser. Mesmo depois de comer a pizza que 5 lessers amassaram, ela ainda conseguiu reagir e sair dessa de boa. E uma salva de palmas para a progesterona dela. Tá de parabéns. Mesmo depois de tudo ela ainda finaliza o livro grávida. Yay!

 

Bjuuu…

Lexi. Essa foi pra você.

P.S Deixem de resmungar por causa do tamanho do post…O livro é bem maior que isso…huuuummmm!

 

Brinde para que vocês possam se animar.

Jamie Fraser

Helloooooo, Jamie. Aye.

Jamie 3Jamie 2

Oh, Kilt mardito…

Jamie 4

Why are you looking at me like this?

Jamie 5Jamie 6

Ueeeepaaaa….

Jamie 7Jamie 8jamie 9Jamie 12

Sim, sim…Claire está bem quentinha ali naquele ninho…

Jamie 11

Chega, Jamie. Vá ser sexy assim lá na casa do chapéu!

Jamie e DianaDiana

Sam Heughn ( O Jamie ) do lado da Diana Gabaldon. Olha o tamanho do escocês que essa mulher criou…hahahaha.

Na outra foto temos a loooka ( no bom sentido) ao lado do produtor da série. Acreditam que essa mulher tem 62 anos? Jovial, né?! Aye. Quando eu envelhecer quero ficar cuti cuti kinen ela.

 

Momento revolta temporária e esporádica.

Tô chateada com a indústria do cinema e televisão e teatro do baralho. Sabe esses gatos mega blasters que temos nos deparado assim? de boa? dando sopa? Pois…ele deram sopa no mercado também. Quase todos os nossos bofes megalindos fizeram filmes, peças ou séries de TV onde eles duelavam as espadas. Entenderam? Tipo…why??? why??? Nada contra, mas eu tenho o direito de me chocar. Sam Heughan agora me deixou na dúvida atroz se ele curte a fruta mulheril ou varonil. Acho que ele já participou de várias produções onde tem que dar bitoca em outro ator. Mais um pro record. Yay! E a gente pensando que Outlander seria diferente…tsc tsc tsc…

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Divagações de Martinha

 

Pré-História

 

Okay…vamos lá em tempos remotos. O povo pediu…eu tentei…e consegui chegar ao final do livro. Nome: Transcendence . Autora: Alguma coisa Savage. Opaaa….ela já tem no nome esse lance de selvagem?

Entonces. O livro caiu na rede kinen peixe doido pra ser comido. As minas leram e surtaram, no bom sentido. Graças a Deus não soubemos de nenhuma que realmente tenha ido para num manicômio.

Só via os comentários enaltecendo o tal homem das cavernas e tchururu. Aí, dei um look grade na capa e não curti. Nhaaaaammmm…

livro 1

Vamos combinar geral. O cara é feio pracarái. Eu pelo menos achei. hihihih…

Mas daí, como toda leitora psica, a gente começa a ler e os horizontes começam a mudar. Eu tenho um hábito muito saudável. Aposto que algumas de vcs devem ter também. Ou já tiveram, se foram curadas…

Eu tenho mania de ler o livro e quando rola os momentos de descrição dos personagens, eu volto na capa pra dar uma olhada e ver se é compatível. Seja em livro físico ou no ebook. Tipo pra me lembrar do cara, mesmo. Uma visualização facilitada. Por esta razão eu tenho mania de comprar o livro pela capa…e quando descubro na história que a capa não tem nada a ver com o bofe…caracaaaaas…eu fico puta! Tipo, o cara é loiro, gato, de cabelos grandes e com o peito cabeludo. O cara da capa é moreno, de cabelo curto, gato, porém de peito pelado. E aê, José? sacanagem…

Por isso essa capa não me agradou em nenhum momento. Até que eu venci o preconceito e peguei p danado pra ler. Well…tive que dar um upgrade e fazer um F5 pra atualizar o bofe. Então…preferi trocar esse ser da capa, por este exemplar.

Selvagem

Opaaaaa….façamos pois um comparativo. Tô de boa na lagoa com o bocudinho ali da esquerda, hein? Não é aquele fofo super macho que fazia Games Of Thrones? Então tá…

Okay…repaginando o mocinho, eis que caí dentro da leitura. E guriiiiias…descobri porque as minas estavam todas piradas. Não, suas taradas. Não tem nada a ver com o documento do rapaz. Tem a ver com a intensidade que a criatura se descobre curtindo a mocinha.

Vejam bem. O cara tá lá…espreitando na moita que algum animal caia na armadilha dele. Putz…ele tá com fome, tadinho. Daí ele escuta algo e vai todo feliz da vida olhar sua caça. E dá de cara com tipo assim…a Gisele Bündchen da parada, sacaram?

A muléh mó gata selvagem, tá vestindo uns lances esquisitaços pra ele, e fica fazendo um barulho absurdamente irritante com a boca. Sabem o que? Ela estava falando. Yay! Um cara mudo! Não, minhas senhoras. É que o cara é pré-histórico e não se comunica por palavras. Gestos, desenhos, tchururu. Mas palavras formando frases? never.

Daí ele sai levando a moça p caverna dele. Nada de arrastar a bichinha pelos cabelos. Ele foi até gentil. Tava tentando salvar a guria de ter a bunda chutada por um bando de búfalos ( era isso? ) . Aí ele leva a gata pra conhecer o seu Quartinho do Horror. Tipo…necas de TV de Plasma. Cama King Size? Noooo…Cozinha ultra moderna? naaaayyyy…Uma banheira luxuosérrima? Nuuuunca.

A caverna é tipo…uou…uma caverna mesmo. Sem nenhum atrativo bacana. Só com o foguinho pegando ali numa fogueirinha pra dar um calor para afastar o frio enregelante. O cheiro fétido de carne vencida tá varrendo o ambiente como uma onda nauseante de putridez ( caraaaa…que lindo isso que eu falei…). Tipo: tradução. A caverna fede. Porque não tem geladeira, sacaram? poxa…é por isso…o cara até faz suas necessidades fora do cafofo.

A gata dá um look no visú e pira na maioneggs. Literalmente. Começa a chorar e falar e o cara tapa os ouvidos porque aquilo tá doendo a cabeça dele e tal.

Vejam bem. O livro é toooooodo na narrativa dele. Se ele não fala, é mais do que óbvio que o livro tooooooodo não tem diálogos empolgantes e tralalá. Eu curto um embate dialogal. Eu falo pacas. Então…ler um book sem diálogos foi…no mínimo interessante. Agora já posso dizer que li quase de tudo.

Vejam bem. A mocinha é descolada. Ela dá um trato no garoto. Dá um banho gelado nele, porque o cara devia estar fedidão. Penteia as madeixas do rapaz…uou…eu não teria coragem de chegar perto…sei lá o que poderia ser encontrado naqueles dreadlocks. E vai levando a vida pacata, falando sozinha, porque ele nunca responde. Óbvio. hahahaha…

Vamos lá. Até que chega o momento derradeiro. Nãoooo, suas safadas. Não é rala e rola do babado não. Chega o momento de revelar o nome. Tipo aquele lance: Mim, Tarzan. Tarzan, Jane.

A mina tenta perguntar o nome dele. Ehd. Oi? isso mesmo que vc leu. EHD. Maneiro. Curto. Rápido. Num grito só você já chega no intento: EEEEEEHD!!!

Aí ela vai falar o dela. Essa parte é hilária. O nome da girl é Elizabeth. Ela tenta. Mas o mané pelado só consegue falar Beh…BEH. BEEEEEEh…Juro. Por alguns instantes pensei num bode. Bééééé…

A parte boa é quando, por fim, rola o esbregue naite, os gritos ficam fáceis…quer dizer…o cara só geme um lance assim: hooooooommmm…

Eu ri horrores. Mas agora falando bem e sério. O livro é uma descoberta de dois mundos. Ele tenta se ajeitar às maneiras dela e ela tenta de toda forma se manter no mundo dele. Ela desenvolve altos utensílios com o material que tem em mãos e com o conhecimento que tem do século ao qual ela pertence. Ela acaba realmente se apaixonando pelo cara e ele, à sua maneira tosca de ser, se apaixona por ela. Embora ele pense que colocar um bebê na barriga dela seja sua obrigação principal. Espertiiiiinho. Ele se preocupa e tenta suprir tudo o que ela precisa, ou o que ele acha que ela precisa. Então é muito bonitinho ver ele se esforçar pra agradar a mocinha.

Dois mundos. Duas culturas. Que se fundem em uma só. A gente pensa que o livro não tem lógica alguma, mas lá pro final, quando lemos um spin-off do que talvez seja o próximo livro, com o Ponto de Vista da mocinha ( aê sim vamos ter diálogos…) , é que compreenderemos que há muito mais do que aquilo que lemos…huuuuummmmm…

Chegaremos a compreender que a história dela é realmente uma pré-história do que foi a história??? confuso? também achei…hahahahaah…

Mistééééérioooo…

 

Bjuuu

P.S. Vençam o preconceito e leiam. Vocês nunca mais vão olhar para um homem das cavernas com os mesmos olhos. De acordo com algumas meninas, você nunca mais vão chamar os homens ogros de Homens das Cavernas. Porque esse EHD mudou todo o conceito.

Divagações de Martinha

 

Pré-História

 

Okay…vamos lá em tempos remotos. O povo pediu…eu tentei…e consegui chegar ao final do livro. Nome: Transcendence . Autora: Alguma coisa Savage. Opaaa….ela já tem no nome esse lance de selvagem?

Entonces. O livro caiu na rede kinen peixe doido pra ser comido. As minas leram e surtaram, no bom sentido. Graças a Deus não soubemos de nenhuma que realmente tenha ido para num manicômio.

Só via os comentários enaltecendo o tal homem das cavernas e tchururu. Aí, dei um look grade na capa e não curti. Nhaaaaammmm…

livro 1

Vamos combinar geral. O cara é feio pracarái. Eu pelo menos achei. hihihih…

Mas daí, como toda leitora psica, a gente começa a ler e os horizontes começam a mudar. Eu tenho um hábito muito saudável. Aposto que algumas de vcs devem ter também. Ou já tiveram, se foram curadas…

Eu tenho mania de ler o livro e quando rola os momentos de descrição dos personagens, eu volto na capa pra dar uma olhada e ver se é compatível. Seja em livro físico ou no ebook. Tipo pra me lembrar do cara, mesmo. Uma visualização facilitada. Por esta razão eu tenho mania de comprar o livro pela capa…e quando descubro na história que a capa não tem nada a ver com o bofe…caracaaaaas…eu fico puta! Tipo, o cara é loiro, gato, de cabelos grandes e com o peito cabeludo. O cara da capa é moreno, de cabelo curto, gato, porém de peito pelado. E aê, José? sacanagem…

Por isso essa capa não me agradou em nenhum momento. Até que eu venci o preconceito e peguei p danado pra ler. Well…tive que dar um upgrade e fazer um F5 pra atualizar o bofe. Então…preferi trocar esse ser da capa, por este exemplar.

Selvagem

Opaaaaa….façamos pois um comparativo. Tô de boa na lagoa com o bocudinho ali da esquerda, hein? Não é aquele fofo super macho que fazia Games Of Thrones? Então tá…

Okay…repaginando o mocinho, eis que caí dentro da leitura. E guriiiiias…descobri porque as minas estavam todas piradas. Não, suas taradas. Não tem nada a ver com o documento do rapaz. Tem a ver com a intensidade que a criatura se descobre curtindo a mocinha.

Vejam bem. O cara tá lá…espreitando na moita que algum animal caia na armadilha dele. Putz…ele tá com fome, tadinho. Daí ele escuta algo e vai todo feliz da vida olhar sua caça. E dá de cara com tipo assim…a Gisele Bündchen da parada, sacaram?

A muléh mó gata selvagem, tá vestindo uns lances esquisitaços pra ele, e fica fazendo um barulho absurdamente irritante com a boca. Sabem o que? Ela estava falando. Yay! Um cara mudo! Não, minhas senhoras. É que o cara é pré-histórico e não se comunica por palavras. Gestos, desenhos, tchururu. Mas palavras formando frases? never.

Daí ele sai levando a moça p caverna dele. Nada de arrastar a bichinha pelos cabelos. Ele foi até gentil. Tava tentando salvar a guria de ter a bunda chutada por um bando de búfalos ( era isso? ) . Aí ele leva a gata pra conhecer o seu Quartinho do Horror. Tipo…necas de TV de Plasma. Cama King Size? Noooo…Cozinha ultra moderna? naaaayyyy…Uma banheira luxuosérrima? Nuuuunca.

A caverna é tipo…uou…uma caverna mesmo. Sem nenhum atrativo bacana. Só com o foguinho pegando ali numa fogueirinha pra dar um calor para afastar o frio enregelante. O cheiro fétido de carne vencida tá varrendo o ambiente como uma onda nauseante de putridez ( caraaaa…que lindo isso que eu falei…). Tipo: tradução. A caverna fede. Porque não tem geladeira, sacaram? poxa…é por isso…o cara até faz suas necessidades fora do cafofo.

A gata dá um look no visú e pira na maioneggs. Literalmente. Começa a chorar e falar e o cara tapa os ouvidos porque aquilo tá doendo a cabeça dele e tal.

Vejam bem. O livro é toooooodo na narrativa dele. Se ele não fala, é mais do que óbvio que o livro tooooooodo não tem diálogos empolgantes e tralalá. Eu curto um embate dialogal. Eu falo pacas. Então…ler um book sem diálogos foi…no mínimo interessante. Agora já posso dizer que li quase de tudo.

Vejam bem. A mocinha é descolada. Ela dá um trato no garoto. Dá um banho gelado nele, porque o cara devia estar fedidão. Penteia as madeixas do rapaz…uou…eu não teria coragem de chegar perto…sei lá o que poderia ser encontrado naqueles dreadlocks. E vai levando a vida pacata, falando sozinha, porque ele nunca responde. Óbvio. hahahaha…

Vamos lá. Até que chega o momento derradeiro. Nãoooo, suas safadas. Não é rala e rola do babado não. Chega o momento de revelar o nome. Tipo aquele lance: Mim, Tarzan. Tarzan, Jane.

A mina tenta perguntar o nome dele. Ehd. Oi? isso mesmo que vc leu. EHD. Maneiro. Curto. Rápido. Num grito só você já chega no intento: EEEEEEHD!!!

Aí ela vai falar o dela. Essa parte é hilária. O nome da girl é Elizabeth. Ela tenta. Mas o mané pelado só consegue falar Beh…BEH. BEEEEEEh…Juro. Por alguns instantes pensei num bode. Bééééé…

A parte boa é quando, por fim, rola o esbregue naite, os gritos ficam fáceis…quer dizer…o cara só geme um lance assim: hooooooommmm…

Eu ri horrores. Mas agora falando bem e sério. O livro é uma descoberta de dois mundos. Ele tenta se ajeitar às maneiras dela e ela tenta de toda forma se manter no mundo dele. Ela desenvolve altos utensílios com o material que tem em mãos e com o conhecimento que tem do século ao qual ela pertence. Ela acaba realmente se apaixonando pelo cara e ele, à sua maneira tosca de ser, se apaixona por ela. Embora ele pense que colocar um bebê na barriga dela seja sua obrigação principal. Espertiiiiinho. Ele se preocupa e tenta suprir tudo o que ela precisa, ou o que ele acha que ela precisa. Então é muito bonitinho ver ele se esforçar pra agradar a mocinha.

Dois mundos. Duas culturas. Que se fundem em uma só. A gente pensa que o livro não tem lógica alguma, mas lá pro final, quando lemos um spin-off do que talvez seja o próximo livro, com o Ponto de Vista da mocinha ( aê sim vamos ter diálogos…) , é que compreenderemos que há muito mais do que aquilo que lemos…huuuuummmmm…

Chegaremos a compreender que a história dela é realmente uma pré-história do que foi a história??? confuso? também achei…hahahahaah…

Mistééééérioooo…

 

Bjuuu

P.S. Vençam o preconceito e leiam. Vocês nunca mais vão olhar para um homem das cavernas com os mesmos olhos. De acordo com algumas meninas, você nunca mais vão chamar os homens ogros de Homens das Cavernas. Porque esse EHD mudou todo o conceito.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Divagações de Martinha

 

 

Amo Highlanders com força.

 

O que? o título ficou estranho? ops…sorry…eu amo com força os highlanders bacanas que as autoras criam pra gente…hehehehe…melhorou?

Okay…eu estava com saudade dos McCabe. Sim. Eu releio livros que me deixam ouriçada. E eis que um certo dia, sonhei com os tais McCabe. Claro que meu sonho foi meio que uma fanfic, porque eram eles, mas não eram, porque no sonho eles eram vikings. Poxa gente…não riam…sonhos são loucos…e numa mente divagante são mais ainda.

Soooo…eu nem vou divagar sobre os McCabe. Não chorem. Eu já divaguei a long time ago sobre esse trio de gostosos que dão um caldo nas “muleh” deles.

O que vou falar é algo bem nojento. Mas vou explicar tudo no final.

Eu acordei uma madrugada destas passando mal. O estômago estava revirando loucamente. Um único salgadinho disgramento desceu errado no esquema e não se relacionou de boa com o meu ácido gástrico. Um não foi com a cara do outro. Daí, eis que coloquei os bofes pra fora, na alta madrugada. Cara….saiu só ele, acreditam? o cabra ( o salgadinho) queria sair de todo jeito do meu corpo.

Tudo bem. Até aí de boa. Quase mergulhei minha cara na privada. E é aí que começa toda a minha divagação. Enquanto eu estava naquela posição humilhante, eu pensei com meus cabelos roxos:

“Cara…a minha privada é totalmente privada, de uso exclusivo meu, limpinha, bem lavada, em porcelana fashion e tals. E mesmo assim, é nojento ficar aqui de joelhos, submissa a este trono fétido para colocar os bofes pra fora.”

Daí pensei em todos os livros que lemos onde as mocinhas chamam o Raul, ou o Juca, ou simplesmente vomitam as tripas. Seja por um porre épico ou por um mal estar gravídico. Ou uma infecção intestinal. Ou ainda um momento de emoção ultra que coloca o estômago em polvorosa.

E aí, penso nas mocinhas que chamam o Juca nos banheiros públicos da vida. Uou!. É nojento. Tipo…não dá pra pensar em rolar uma ajoelhada e enfiar a cara na privada, certo? porque de privada ela não tem nada. Aquele vaso sanitário já viu muitas bundas publicamente. O problema se resume à impossibilidade de você até mesmo segurar nas bordas do vaso para controlar a ânsia de vômito. Até nas paredes do cubículo é nojento pensar em segurar ou apoiar as mãos. Sei lá que zilhares de bactérias nojentas já não passaram por ali e deixaram seu rastro…

Credo. Que papo sem pé nem cabeça. Okay…por isso me chamam de divagante.

Onde entram os highlanders? Aqui. Neste ponto. As mocinhas vomitam mais do que os gêiseres fétidos da Nova Zelândia. Juro. São três livros dos irmãos McCabe. Nos três as mocinhas se estrebucham até dizer tchau pra alma. No primeiro, inclusive, a mocinha chega a ser envenenada e põe os bofes pra fora na frente do castelo inteiro. E pior…na hora do jantar…

E a coitada para de vomitar? nãoooo…ela prossegue assim por intermináveis dias. O highlander fodástico chega até mesmo a enfiar o dedo na goela dela para o veneno sair mais rápido. Eu hein…

A pobre coitada literalmente faz das tripas coração para ficar com o mocinho. Até tomar o veneno no lugar dele.

O livro 2 e o 3 seguem no mesmo padrão. Quando as mocinhas sacam que estão grávidas, ou quando se veem debaixo de uma situação de muito estresse, elas colocam a boca no muro. Ou na grama. Ou no chão mesmo.

E atentem-se ao fato de que naquela época, o saneamento básico de básico não tinha nada. Na verdade ele sequer existia. Então pensem na beleza e no odor impregnado que reinava quando estas mocinhas passavam mal…

Era nojento. Agora…onde mais lemos situações onde as mocinhas abraçam o Celite? Nos livros badalados do momento, aqueles onde as garotas joviais se embrenham em alguma situação sórdida num night club ou depois de um pé na bunda e aí caem matando na Tequila, na Vodka e mais por aí…

Vocês sabem o significado da palavra TEQUILA ? É uma palavra que originou-se da expressão To Kill YA. Tipo…” essa bebida é forte o suficiente para To Kill Ya.” Pra matar mesmo. E é de matar a situação em que as mocinhas ficam depois de uma noite de bebedeira insana.

Eca. Mocinha vomitando em mocinho, nos cabelos, nos sapatos, dentro do carro, na bolsa…valei-me Jesus…

Enfim. Seja por vírus mórbidos ou um exagero no deguste do álcool, o que prevalece sempre é :  Vai ficar azedo no final. Literalmente.

 

Bjuuuuu

P.S   Bye the way…odeio limpar vômito. Porque eu praticamente quase vomito junto em cima do que já estava vomitado….iiiiirrrrrrc.

domingo, 5 de outubro de 2014

Divagações de Martinha

 

 

5 razões pra você ler Reasonable Doubt

 

Lá estava eu, mergulhada entre livros e escritos, filhos e marido, quando uma amiga me falou: "caraaaaaa.....você tem que ler esse livro."

Eu disse: "Qual, querida? Neste universo vasto de livros que saem do forno a cada dois segundos?"

Ela me mandou. Daí vi o que todas nós quando nos deparamos, ficamos psicas ao perceber:

 

desespero

Merda...é uma trilogia....( suspiro cansado...) .

Mas aí você resolve arriscar, porque alguém te conta que os livro 1 e o 2 tem menos de 100 páginas cada um...daí você pensa: "uou...consigo ler em alguns minutos, desse jeito."

E eis que você pega o livro 3 que tem...

 

Oi

What? Hein? Não ouvi direito....mais de 300 pages. Some às páginas dos dois primeiros livros e você acabou de ganhar a poha de uma noite insone. Porque digo isso? Porque a autora é Flórida...ela tem uma narrativa tão legal que você não consegue largar o danado do cara. Quero dizer, do livro.

Well....o que temos aqui. Um cara que precisa muito ter um encontro com nosso amigo de lavanderia.

Sabao

 

Sério. O cara, o Andrew, tem a boca mais suja do planeta terra. É estranho em meio a tantos livros que lemos por aí, mas só lendo pra vcs entenderem. Tipo, não sai nada da boca dele que não tenha  cunho sexual.

E o mais intrigante. Você fica fascinada pela sem vergonhice do zé mané. Você acaba lendo e lendo e querendo saber aonde a coisa vai chegar.

O que você deve esperar: Um mocinho apaixonante que consegue fazer você sentir amor e ódio na mesma medida quase.

Uma mocinha esperta que de besta não tem nada, é super batalhadora e sabe colocar os limites na hora que ela precisa.

Vamos lá. O Andrew é um advogado fodástico. Ele se formou com o Gabe Szaloki, se lembram dele? Então...  Os dois são da mesma sacola luxuosa. ( Porque eu não vou dizer que os dois são do mesmo saco...adaptemos, queridas. Adaptemos os ditados,...).

O Andrew era um advogado renomado e ainda mantem a aura dessa experiência toda e o cara é um prepotente de primeira categoria. Ele está pouco se lixando se há uma autoridade na sala ou não. Se é mulher ou homem. Ele dá as patadas dele sem delicadeza. Claro que há toda uma história por trás disso.

Dou um pirulito pra quem adivinhar....o que? eu ouvi alguém dizendo que o cara deve ter um trauma sinistro no seu passado? E que esse trauma o transformou nesta pessoa fria e gélida que ele é hoje?

Basicamente, ele é um cara aberto a chats de relacionamentos onde ele coloca em linhas bem definidas:  "Quero de pegar por uma noite e depois você some da minha vida. Tchau". Bem nesse naipe aí...

O surpreendente é que a mocinha acaba fazendo amizade com o cara, pela internet, e os dois trocam ofensas sexuais pelo telefone. Tipo ela fala: Estou precisando da sua ajuda num processo. E ele responde: Tudo o que você precisa, querida, é do meu ..... na sua ...... .

Stop

Para tudo se você não tiver entendido o que eu quis dizer...eu não...ele...

Então. Os livros são o máximo. O mocinho faz uma merda alucinante, ganha o Oscar da grosseria e falta de educação, parte o coração da mocinha com um golpe de karatê muito bem aplicado e você sente uma vontade de descer a mãozada na cara dele e espremer as bolas dele até vê-lo chorar.

O que a mocinha faz? ela dá uma de besta e ao primeiro sinal de pedido de desculpas do cara, ela se joga em seus braços? Ledo engano, minhas queridas. Ela dá um pé na bunda dele, quase um golpe resoluto de Tae-Kwondo. Achei lindo. Ela manda ele pastar, catar côco no asfalto, ir brincar com as mulheres capacho dele e tchururu.

Aí ela toma uma attitude ( e não me refiro ao passo do balé...contei que a mina é bailarina? e quer ser profissional? além de advogada? ) . Pede demissão sem remorsos, dá um tchau pros pais que são elitistas e nunca deram bola verdadeiramente pra ela, e ainda manda um beijinho no ombro pro palhaço do Andrew. E ela some. Vaza. Pica a mula. Vai de mala e cuia pra NY, porque lá é fino, é chique e tem o corpo de ballet que ela sonha desde criancinha.

O que acontece? O cara vira um leão enjaulado. Fica irritadiço, destrata todo mundo. Isso é clássico. Porque se o cara ficar todo feliz e impassível, significa o que? que ele não está sentindo náaaaaadegas. E aí isso é chato.

Mas enfim...o cara fica todo mexido e leva duas semanas. Eu disse duas semanas. Vocês me ouviram: DUAS SEMANAS, não 4 dias como Christian Grey fez com Anavaca, mas ele só percebe que a guria tomou um chá de sumiço, depois de duas semanas. Burro.

Aí o que ele faz? Hã? Hã? Descobre, por acaso, que a pequena criatura fujona está ali, em NY, uma cidade que ele odeia, mas tem que ir por conta de um compromisso. Meses depois.

Fiquei puta. Até então parece que ele só resolve procurar a mocinha porque calhou dele sacar que ela estava ali na mesma cidade detestável ( pra ele...p mim é um luxo...heheheh).

Ele vai em busca da moça...e...cara...nem me lembro mais quanto tempo já se passou...meses, sei lá. Porque ele é macho. Não deu o braço a torcer. Quando ele descobriu que ela tinha ido embora da cidade, o que ele fez? Nádegas. Ele voltou à sua vida fútil de pegação online e tal. Vontade de descer a mão na cara dele, com pregos na minha palma.

A cena que descreverei é absurdamente uma das mais hilárias que já li. Ele chega e dá de cara com a mina e o novo boy magia dela. Ele é um bailarino do mesmo corpo de baile. Aí o lindo, que não tem papa na língua, chega na mina, dá um créu tipo: "ahá! te peguei...eu sei o que vc fez no verão passado na minha cama, gata..." ...hahahahaha...

E quando o boy magia dela chega, ele ri e fala mais ou menos o seguinte:

"O que? você agora está namorando as ...bailarinas? porque isso aí é uma bailarina..."  Ai, que vontade de arrancar aqueles fios macios da cabeça dele. Que tosco.

Pior. Ele ainda diz pro cara na maior cara dura que a boca da Garota já esteve muito bem posicionada no p....dele. Rachaaaaaaaa a cara de vergonha!!!!

Gatas. Só lendo. Só posso dizer que vocês tem muitas REASONs para não sentirem sequer nenhuma DOUBT sobre a leitura desses livros. É viciante.

Digo e assino.

Reasonable Doubt = sabão pra lavar a boca do Andrew + Oscar de mocinha diva pra girl + vontade de você entrar no livro e interagir ao vivo com o Andrew...Oi?

Hahahaahah...

Marquem esta frase: " Tem a poha de uma super cola no chão do meu escritório? O que você ainda está fazendo em pé aí? " . Groooooossooooo....

Boa leitura, mon chéries. Valeu à pena.

Agora eu vou pegar um Homem das Cavernas. Juro. Literalmente. Tô falando sério. Cês não tão acreditando?

Então esperem as próximas divagações...

 

Bjuuuu

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Divagações de Martinha

 

O Rebu

 

Eba….vamos alegrar o dia, porque a vida não está fácil pra ninguém. Nem pra mim, nem pra você, nem pra coleguinha do lado. Talvez pra Angelina Jolie…

Enfim, já devia ter divagado sobre este livro que li há uns dias atrás. Putz…eu tô tão chapada de antialérgico que nem sei como vai sair essa divagação, mas tentemos. A vida é feita de tentativas. Hoje tô bem filosófica.

Eis que vejo um bafafá falando sobre um tal livro e tchururu. Como eu curto muito bafafá, fui curiar e averiguar o ocorrido. Daí, as minas estavam lá enaltecendo um livro chamado Dominic, da L.A. Casey ( espero que seja isso…). Mas o levante estava por conta do livro seguinte. O livro do irmão do Nico.

Eeeee….eu sou psica com séries….fico puta com esses lances ( até parece que não escreve em séries tb…).

Daí pensei: pooooo…não vou pegar o livro dois pra ler, sem ter lido o livro 1. Isso é não é nada ético. Eu preciso valorizar o livro da pessoa…Então, lindamente me apeguei ao livro. Para fins de informação crucial, são os Slater Brothers.

Já de início posso dizer de cara que a autora ganhou meu coração. Ela escreve super bem, os diálogos são absurdamente hilários, você se pega rindo em momentos aleatórios. Os personagens são altamente explosivos. Valei-me Jesus…cheguei a pensar em dar maracujina pra mocinha. Na verdade eu pensei em tomar pra ver se me acalmava de boa. Porque a garota tem a língua mais viperina que eu já li nessa minha longa jornada literária.

Bem, a moça é irlandesa. Já temos aí um acréscimo de temperamento. É jovem, no auge dos arroubos da TPM. Vamos dar o bené pra ela. O cara é marrento, daqueles mega gostosinhos bad boys parrudos que adoram provocar as pessoas ao redor.

Um odeia o outro. Pronto. Está feita a receita do bolo. Hahahahah…É óoooooobvio e claro como cristal, que os dois acabarão se engabelando romanticamente.

E o mais fofo é que o cara cai de quatro pela mina e não desiste nunca. Eu poderia até usar o slogan “Ele é brasileiro e não desiste nunca”. Mas na verdade ele é americano. Então um adendo neste romance é você imaginar a divergência do idioma com que eles se comunicam. E sempre sobra uma zombaria de um com o outro por conta de palavras ininteligíveis…hahahaha…claro que como estamos lendo em português, podemos apenas supor, né?!

Okay. Vejamos. O cara é um lutador dessas lutas secretas, tipo Clube de Lutas, saca? Parece muito com alguns mocinhos desses mais requisitados. Mas como eu digo…as semelhanças são apenas esporádicas. A autora consegue explorar tantas nuances dos personagens que não notamos cópias.

São cinco irmãos machos. Cada um com sua história, trabalhando “obrigados” para um cara mau. Yay!!! receita de sucesso porque a gente já fica com dó.

Porém…o que nos chama a atenção e que gerou conflitos facebucais, é pelo fato de o irmão do próximo livro ser tipo um….como direi…hummmm…gigolô? acompanhante? Pegador de ambos os gumes de uma espada? Bi…por assim dizer. Ele curte ambas as faces de uma moeda…ahhhhh…vocês entenderam…

Okay. O cara é hilário. Super bacana, engraçado, você se apaixona por ele de cara. Mas entra ressabiado no esquema da leitura, se por algum acaso você não gostar de saber que o macho também duela com espadas. E aí gerou o conflito. Ficou uma discussão sobre o cara entrar de ré ou não. Estacionar o land rover na garagem alheia, pegar na jiboia errada e esses parangolés aí.

Já na capa há controvérsias. Eu, divagando loucamente, observei uma delicada tanga na imagem inferior do quadrante abdominal do indivíduo. What???? comassim??? tanga? hummmmm….medonho…

Daí, analisando photoshopicamente a imagem, vejo que os gominhos super bem divididos estão um tanto quanto maquiados. Mas daí já eram meus olhos maldosos em busca de defeitos e alegações para não ler o livro.

Peguei o dito cujo com ganas. E medo. Muito medo. Tanto que passei a leitura inteira quase roendo minhas unhas e perturbando uma amiga por zapzap p ela adiantar o que aconteceria nas páginas seguintes. Porque ao que constava, haveria uma situação infame, mas que depois seria justificável e bla bla bla.

Okay. Fui avançando lentamente. O medo me dava suadeiras. Tremores invadiam meu corpo à medida que a coisa evoluía. E …óoooobvio que apaixonei no cara porque ele é um fofo. E lá se vão os diálogos hilários e super bacanas. Mais uma mocinha sem papas na língua, com uma língua de Naja e sucuri juntas. Adora dar umas mãozadas impertinentes no cara e enfim…surge o enredo e a coisa complica. Porque quando o momento derradeiro chega, minha vontade era morder meus nós dos dedos de tanto ódio. Não havia necessidade daquilo! NÃO HAVIA NECESSIDADE DAQUILO, AUTORA QUERIDA!  Isso sou eu gritando pra autora do livro.

O trem poderia ter passado sem aquele episódio insano e de profundo mau gosto. Ou pelo menos o cara poderia ter feito uma cara de mais nojinho, ao invés de aparentemente estar curtindo a birosca. Bem…mas essa é minha opinião.

Achei que a mocinha perdoou um pouco fácil demais. Se a coisa fosse comigo eu precisaria de tratamento com psiquiatras, terapeutas ocupacionais, hipnose, pilates e yoga relaxante.

Enfim. Agora tô loooooka no próximo livro. Odeeeeeio isso. Sério…ficar roendo as unhas à espera de uma nova história sendo que temos 5 milhões de livros a serem lidos…hahahahahaha…

Ei-los. O livro do meio é apenas um daqueles 1.5, sabem como é?! Mais curto e com uma história à parte. Bacana também.

casey

 

Slateralec slater

 

Bjuuuuuuu