A Tríade Literária

Eu sou meio que a Suíça, sabe? Não gosto de me envolver em conflitos, falo diversos idiomas, uso relógios bacanas e como chocolates finos. Hahaha... Okay, a Suíça não é somente isso, mas vcs entenderam o sentido da piada, certo?
Uma coisa que rende muito no nosso universo blogosférico é a eterna briga entre três mundos que quando se colidem pode vir a dar merda e gerar a terceira guerra mundial. Dependendo da extensão do assunto, pode gerar até mesmo o apocalipse zumbi do mundo literário.
Mas eu só vou falar no assunto porque senti necessidade, não porque preciso optar por algum lado da guerrilha. Pra dizer a verdade, eu nem soube do que rolou, apenas fiquei sabendo por alto.
Mas divagarei aqui por conta de uma irritação profunda que senti recentemente.

Primeiro vou esmiuçar as três partes da tríade:

Autor: Aquele ser que pensa, projeta, digita, passa horas pensando e criando um universo fantasioso e muitas vezes se desgasta para conseguir dar seguimento ao que ele imagina que irá se tornar um bestseller. Porque todo autor tem esse sonho encarrapitado na cabeça. De que "agora vai"! Uhuuu! É esse! Vou chegar lá! Vou fazer um acerto kinen Stephenie Meyer ou E.L.James. ( Estou citando as da moda...).
Esse ser é movido por parâmetros muito distintos... ele pensa, logo escreve. Mas há algo de podre no cérebro dele. Algo que se alimentado de maneira errada, pode dar merda, literalmente. 
O Ego. 
Vejam bem. Todo mundo gosta de ter o ego acariciado. TODO MUNDO. Isso é fato. Uma pessoa te elogia, elogia teu corpo, fala que tu tá goxxxxtosa, sexy, teu cabelo tá mara, tua pele tá fantástica, tuas unhas estão soberbas... o que você faz? Cultiva para que continuem... porque seu ego foi alimentado. Até mesmo os animais curtem essa parada. Quer ver um gato ronronando? vá dar uma acariciada no ego dele, no caso aqui o pelo, a barriga, whatever.
Quer ver uma criança pirracenta ficar um doce de leite? Vá lá e pegue no colo, faça cosquinha, dê beijos melados e fale coisinhas fofas no ouvido dele... ele fica manso como um cordeirinho de presépio.
O ego funciona assim. O que não pode rolar é o degringolar do bagulho. Porque aí descamba para o MEGALOMANÏACO. Onde o EGO fica nas alturas cósmicas e aquele ser passa a ser um ser... bem... um ser... muito irritante e de difícil convívio social. E aí, qualquer coisa que você falar, será um show de melindres e uéeeeeun... unhas de gato sairão e booom... fight! fight! fight! 

Leitor: Aquele que lê, logo compra a história que o ser ali acima escreveu. Esse ser é muito importante para a cadeia alimentar literária ( existe isso, produção? cadeia alimentar literária? desde que algumas vezes um come o outro, e não no bom sentido, acho que podemos dizer que sim...). Este elemento primordial da natureza precisa existir para consumir o produto que o autor acha que pode ser degustado. E isso é lindo. É um ciclo mágico e único. Uma troca. Eu pelo menos acho fantástica essa interação. Porque o autor tem a capacidade de se comunicar e se doar para cada leitor terráqueo! Olha que doido! 
Eu me amarro quando os leitores chegam até mim e externam seus comentários ( graças a Deus até agora foram coisas muito legais de serem externadas...). Acho essa troca válida, um crescimento maravilhoso. Mas nem muitos autores têm tanta acessibilidade assim aos seus leitores. Vamos dar o bené ( benefício da dúvida) para o fato de que muitos autores com milhões de fãs ( leitores), não teriam condições em manter esse vínculo. Imaginam Nora Roberts fazendo contato com todo leitor que quisesse dar uma palavrinha amiga com ela? saber um pouco mais do Roarke? dar um sacode porque ela fez aquilo no livro tal? Imaginam Nicholas Sparks tendo que responder seus milhares de leitores gritando em seus ouvidos suas reclamações sobre seus assassinatos de personagens? ( spoiler... ops... ele mata os personagens... sorry.)
Então... daí é um mundo muito louco. O leitor não tem um pingo de obrigação de ler os livros de um autor. Ele lê se ele quiser. Ponto. 

Blogueiro: Aquele que lê, logo resenha. Ou, em alguns casos esporádicos, desdenha. Vamos ao motivo da discórdia. Muitos blogueiros são leitores. OPA! todos os blogueiros SÃO, antes de tudo, LEITORES, ou eles não estariam lendo. Daaaaa... Alguns leem meramente pelo prazer de ler o livro. Fazem aquilo por amor mesmo. Por puro carinho pelo ato da leitura. Não recebem nada por isso. Opa... aí entra outro pico de discórdia... porque foi-se o tempo em que o blogueiro era apenas um leitor famigerado que gostava de compartilhar suas opiniões sobre tal livro e tal autor, simplesmente porque precisava externar seus sentimentos. 
Entraram as parcerias em voga. E aí, muitos blogueiros passaram a fazer da leitura uma espécie de profissão, e tudo ficou muito mais profissional. E isso foi lindo, porque deu todo um charme ao universo literário. Sabe por quê? porque o autor não se faz sozinho. Nunca. Ele precisa do leitor. E precisa do leitor falador, aquele leitor empolgado que anuncia o livro para os amigos, que divulga, que faz o boca a boca, e não digo o boca a boca da respiração cardiopulmonar... digo a propaganda mesmo. O tête-a-tête. Isso é importante demais. E o blogueiro criou uma plataforma linda, cheira de frufrus fofos, virtuais e meigos, páginas maneiras e delicinhas de serem futucadas. É por isso que faço questão de agradecer em todos os meus livros a estes seres extraordinários, que se empenham em gastar seu tempo para ler uma obra e, muitas vezes, por nada em troca, divulgar aquilo ali.

O que acontece é que todo lado tem duas faces. Toda situação tem uma revelia. O blogueiro pode gostar ou não do teu livro. Ele pode falar bem ou não. Aí fudeu. Matou a corrente. Porque se ele fala mal, ele vai influenciar outros leitores a não quererem o livro e isso vai ferir o ego daquele ser chamado autor. Sacaram a corrente? 

Todo mundo precisa estar bem tratado aí. Fazendo terapia, de bem com a vida. Pra entender as nuances que a vida nos oferece. 
O autor precisa entender que nem sempre vai agradar a todos, até mesmo porque nem mesmo Jesus Cristo, perfeito como é, consegue esse intento, então porque raios ele acha que conseguirá?!
Ele precisa entender que vai ter gente que vai curtir, vai ter gente que não vai curtir, vai ter gente que vai abandonar o livro e resmungar, vai ter que gente que vai dizer que é o livro do coração... 
Isso sou eu falando para mim mesma. Para internalizar essas verdades. 
Porque quando nos deparamos com críticas ácidas e torpes dói pra caralho. Não há um autor na face da Terra que não vá dizer que não se sentiu deprimido quando leu sua primeira crítica detonando um livro. Que não se sentiu injustiçado. Que não sentiu vontade de ir lá explicar a razão de ter escrito aquilo, ter ido defender seus personagens com unhas e dentes... o lance é que o tempo nos calibra. E passamos a aprender a lidar melhor com as críticas e comentários maldosos. Nem tanto. Cof cof... um copo de vodka, por favor!

Todo leitor precisa entender que, pelo amor das minhas calcinhas... filho... leia a classificação dos livros que você ame, ou então já vá preparado para abrir seus horizontes. Se você é um leitor eclético, isso é sensacional. É sinal que você é uma espécie de "dementador" do Harry Potter e consume tudo o que vem pela frente, sem olhar a quem. Isso é mara. Isso é criar um equilíbrio cósmico no teu cérebro. 
O que não dá é pra você ler um livro florzinha e fazer uma crítica maldosa, dizendo exatamente que aquele livro é "bobinho, infantil, sem graça", se você for um leitor único e exclusivo de livros eróticos, hots e calientes safadanos ( "nádegas" contra, até mesmo pq leio...). Não dá pra comparar a, desculpe a palavra chula... vou falar... ai, meus sais... vou ficar vermelha... credo... odeio escrever essa dita.. não dá pra comparar a boceta virginal de uma mocinha florzinha com uma boceta planta carnívora que devora a Anaconda do cara, saca? 
Isso é inconcebível, gente. Tipo... é óbvio que será um choque cultural e sexual para o leitor. Está lá acostumado a ler paus latejantes e gorgolejantes e se depara com cenas fofas e com coraçõezinhos flutuantes... o sentimento será brochante. Te entendo. Mas isso se você for um leitor que tem em sua cartela de portfólio skoob-doo somente essa linha. Se você for rodado na "night", significa que você lê tudo. Até livro infantil, menos Peppa Pig.

Todo blogueiro precisa captar que... well... vá com calma na alma, amigo blogueiro. Seja amigo. Seja parceiro. E quando digo seja parceiro, não quero dizer pra você puxar o saco do livro, enaltecer o cara, a obra, especialmente se aquela não for tua opinião. Porque senão isso fica fail... fica falso. Como os leitores poderão confiar? Por isso tem muito leitor que desconfia de avaliações mega ultra blaster top picas das galáxias. Porque todo mundo acha que somente os amigos que fizeram aquilo ali. 
Eu costumo dizer que, se eu passar no crivo literário das blogueiras mais ásperas em críticas justas, eu estou na glória. Porque considero que existem blogueiras tipo InMetro Literário, saca? Tem blogueiros específicos para cada tipo de livro, por exemplo. São entendedores desses seguimentos. E aí, eu acho que se esses blogueiros aprovarem meu livro, significa então que o livro está degustável. Está maneiro. E aí, se aparecer uma crítica de algum leitor mais irritado à frente, eu volto lá naquele blog ultra e releio a resenha do meu livro e volto ao primeiro amor. E penso... "mas fulana aprovou... é o que tá valendo no meu coração."
Tá vendo? Somos movidos por ego. Eu gosto de receber um carinho na pelagem. Chego até a ronronar. hahahahah...
Uma das coisas que mais me arrepiam os cabelos é quando leio as resenhas que já se iniciam com "Um livro fofo, mas clichê". Como se o clichê fosse algo que desmerecesse o livro. Caros amigos, leitores, blogueiros, divagantes... o clichê é um elemento primordial na vida do ser humaninho leitor ou apreciador do romance. Não adianta você afirmar que não gosta deste estilo, porque te desafio a me listar os livros que já leu e vou apontar os elementos clichesísticos existentes nele. São elementos que fazem parte de todo roteiro de novela, filme, seriado, livro, dorama, graphic novel, mangá, desenhos... TODOS. Podem ser explorados de diversas maneiras, mas estarão lá em algum momento no percurso.
Existem livros que tentam sair fora do padrão 100% clichê. Mas ele saem completamente? Nope. Até Senhor dos Anéis tem um elemento clichê. Quer saber onde? O romance gracinha do Aragorn lá com a mocinha fofa... se no livro não tinha, ao menos no filme fizeram questão de explorar, colocando o bonitão do Virggo Morthensen com a Liv Tyler. Aposto uma ponta roxa dos meus cabelos como todo mundo torcia e esperava o momento em que os dois se encontravam para trocar uma bitocas... e eu que torcia para o Légolas arranjar uma elfa gata? Queria que fosse eu, mas enfim...
Harry Potter tem clichê... Quando sentimos aquele sentimento dúbio sobre saber com quem Hermione Granger deve ficar... se com o Harry ou com o ruivo tapado... humm? ( Corri um risco grande aqui de ser massacrada pelo Potter heads...)...
Então... amemos o clichê... e vamos deixar de ser clichês e sempre usar a mesma definição clichê para um romance clichê.  Hashtagen suas vidas com #euamoclichê. Assumam. Saiam do armário clichesante.

O que acho que meus amigos bloggers lindos podem ser um pouco mais... um... como direi... delicados em suas críticas se se depararem com um torpedo gótico nas mãos. Abstenham-se, sei lá. Sejam diplomáticos. Eu acredito que há jeito para tudo. Inclusive para se jogar as palavras no universo cibernético.
Mas essa é minha opinião divagante que ficou longa pra caraaaaaaaaaaaaalho.

Nem sei se a galera chegou ao fim do texto. Mas o importante é que desabafei.

Essa semana meu ego foi meio que ferido por um comentário vil de um leitor devorador de pepekas incandescentes, que muito provavelmente achou meu livro fofo demais para seu gosto. Me irritei. Confesso. Sou humana. Fui para a terapia. Tomei meus remédios. Hoje estou ótima. 
Existe a máxima que diz : Se beber, não dirija. Aqui eu uso: Se escrever, não julgue. Então decidi não julgar a opinião da moça. Depois de muito trabalhar a autoestima novamente. E depois de ter um momento sofrência. 

Mas cá estou.

Amo meus leitores. Digo sempre onde vou. Não os considero fãs ou meramente leitores. Considero amigos. 
Amo meus blogueiros. Vocês são lindos. Sem vcs, meu trabalho seria árduo e solitário.
Agradeço aos meus dez blogueiros lá do início da minha carreira, sendo que alguns me acompanham até hoje... desde o Tapete Vermelho.
Nomes que posso listar sem medo... Lia Christo, Elimar Santos, Bianca Benitez, Verônica Sobreira, Ludmila Fukunaga... essas foram algumas das que enviei o Tapete, na época,  sem que sequer me conhecessem direito. Todas indicadas pela minha amiga Ana Paula.  E até hoje estamos aí. E se vocês estiverem lendo este texto enoooooorme, deixem o comentário e me digam se em algum momento, ao longo deste anos todos, meu comportamento jovial e sexy mudou... 

Bjunda. Já falei demais. Meus dedos até travaram.


Swing C's



Não é à toa que carrego a alcunha de divagante... se eu estiver em um processo de leitura, provavelmente de uma série longa, e sinto a vibração intensa e a necessidade looooouca de divagar para vocês... podem crer que é porque logicamente... estou divagando... e preciso compartilhar minhas pérolas de sabedoria...

Cá estou eu, em uma vybe de Motociclistas ( não fale motoqueiros que eles ficam putos...) selvagens. Andei me enfiando em umas séries super densas ( depois vou divagar sobre uma dark night blanguers ), quando vi o burburinho sobre uma determinada autora e resolvi investigar. Porque eu acho que esse é o trabalho de todo blogueiro literário... investigar o que anda rolando por aí no circuito dos books. Embora eu não me considere uma blogueira literária... e sim uma divagante literária, errante pelos caminhos tortuosos que determinadas leituras podem gerar na minha mente.

Okay. Taí. Jamie Begley. Nunca tinha ouvido falar na mulher. Fui ler os books. Já caí matando no primeiro : Razer's Ride. Anote o detalhe que cada motoboy magia aqui tem um apelido respectivo que vai ser correspondente a algo muito pessoal. Razer está ligado a lâminas de barbear... mas não pense com inocência, okay? Pense sujo, lady.

Okay... primeiras páginas do livro você já fica assim: Oooooiiii? Comassim?  Calma... xô explicar... estamos muito habituadas em ler séries de livros de MC's fodões, que normalmente estão envoltos no mundo da bandidagem, tchururu. São livros com uma temática mais dark, crimes, parará. Veja aí exemplos de várias séries, como a mega dark da Tillie Cole. Mas temos outros bons exemplos... Chantal Fernando, Bella Jewel, Madeleine Sheehan e outras.

Aqui os Motocas são foooodas. Mas no sentido da palavra mesmo. De foda. De foder. Na verdade eles conjugam bastante o verbo. O tempo inteiro. O livro todo. É tenso. É escaldante.

Os caras são barrigudos, barbudos e temerários? Kinen os "cara suja" do seriado Sons of Anarchy? Não. Claro que não. Obviamente que não. Aqui eles são todos ex-militares, praticamente Seal's ( ploft! Som do meu desmaio quando descobri esse detalhe...) , que se aposentaram do serviço e resolveram fundar um clube.  Então trabalhe a mente aí em tanques de guerra, gomos e pacotes de seis e oito, V's descendentes, membros superiores dignos de nota e um objeto fálico estilo bazuca, praticamente um Pole Dance, literalmente, já que as minas lustram bastante. Daí tu soma umas tatuagens super sexies e um sex appeal da pêga. Tome aí uma das muitas razões porque esta série arrasa.

Os caras são ricos e ainda fazem operações para o governo. Enfim. Moooooorraaaaaaa.... espere um pouco de ação. Quando eles não estão fodendo. O que não deixa de ser uma ação também. No ato de foder. Enfim. Espero que fique claro o espírito do livro.

O que dá uma arrepiada na mandioca aqui é o seguinte... normalmente esses machos alfas são tachados de mega possessivos, certo? E porra... se eles são machos, há certas atitudes que são atitudes muito másculas, como por exemplo não ficar exibindo o pau para os outros coleguinhas, nem apreciando o bagulho dos outros e por aí aforante.

O que nos leva ao título ideal desta divagação. Esta série não deveria ser considerada de MC's e sim de Swing C's , porque esse clube dos Last Riders, nada mais é do que um puta clube de Sexo. Cheio de putas. E putos, claro.

Vejam bem. Aqui há membros mulheres também. E para se tornar membro, as criaturas com aquilo entre as pernas ( pussy ladies) devem dar para 6 membros originais. O grupo é formado por 8 membros originais. Helloooo... a fila é grande das mulheres...

Amigas. Choquei. Pasmei. Virei Goma de chiclete seca. Porque é um clube de swingue mesmo. Rola um troca troca de casais sinistro ali dentro. As putas do clube rodam entre eles e é praticamente um rodeio. E tipo, você nunca mais vai pensar em uma festa numa sexta-feira em um clube de Motociclistas com olhos inocentes. Porque a descrição aqui é orgia pura.  E cara, eu fiquei pensando que toda hora era sexta feira no livro da mulher... nem sei quantas sextas-feiras o mês devia ter, mas eram bastante... hahahaha...

Daí quando as mocinhas surgem, lindas e praticamente virginais em suas canduras, os mocinhos são pegos pelas bolas. Mas dão um jeito de inserir as ditas no clube e meio que apresentar o estilo de vida alternativo para as criaturas. Que correm assustadas como camundongos em um desfile de vassouras, mas até eu, gente. Tipo, eu odeeeeio com muita força, muita força mesmo, livros com menáge a trois. De boa pra quem curte e se amarra, mas eu detesto. Então quando eu via o prenúncio de algo insinuante eu dava uns gritos na Josiane e falava : Paaaaaaaaraaaaaa tuuuuuuudo!!!! Que eu preciso descer que minha labirintite tá atacada!!!!

Essa é mais ou menos a sensação que tive a cada livro. Vamos lá. Os mocinhos são fodedores natos. Então eles fazem merda. Putaquepariu. Vão fazer merda lá na casa do chapéu. Eu tenho asco de livro que o mocinho trai de boa, naquele intervalo entre decidir "fico com a mina ou não fico com a mina". Ou se tem uma briguinha, pronto. Vai lá e come outra refeição.

Então se teu coração dá uns saltos esquizofrênicos quando você lê essas paradas, te prepara.

Eu gosto de homem possessivo, tendeu? Tipo as vampirada do IAN. Essa mulher é MINHA. Ninguém chega perto do que é MEU. Ninguém vê nenhum pedaço de pele que ME pertence. Se encostar eu estripo e por aí vai.  Bom, eu curto. Nos livros isso é mara. Na vida real é meio psico e obsessivo, mas enfim... estamos falando de livros, certo?

Os caras aqui, antes de finalmente, finalmente assumirem as gurias como suas, tinham uma vida muito cheia de liberdades e compartilhamentos de corpos alheios. Cara tá lá, com uma puta chupando o bigulim, daí outro chega por trás e créu. Daí outro chega e fala : Hey, libera essa aí e pega aquela outra lá. E as bichas tão de boaaaa... Mas isso estou falando das putas oficiais. Que são até gente boa, tadinhas. Mas a autoestima foi lá pra putaquepariu ( literalmente).

Neste grupo aqui dou palmas só para o Shade, que é um DOM nato e meio que você poderia classificá-lo como uma espécie de... Flame bem resolvido na vida e não tão fodido. Eu acredito piamente que o cara também tem uns traços bem Asperger, sem demonstrações de sentimentos e parará, mas quando ele bate o olho na mocinha, tipo a mente do cara grita: MINHA. Daí ele pacientemente espera até a hora de dar o bote e reivindicar a lady. Mas ele espera quieto e pacato, como esperaríamos romanticamente? Claro que não. Enquanto isso, ele fode "as mulé tudo". Prostituto do caralho. Poderia ter ficado casto. Quietinho. Colocado a cobra pra dormir de boa. Morrer ele não iria, né?

Enfim... mas entre todos, ele é o que tem as características que eu mais curto. De nada de compartilhar. Porque aqui o lance é o seguinte: se as mocinhas estiverem de boa com compartilhar, os caras tão de boa na lagoa, tranquilo no mamilo, suave na nave. Tomanucúuuuuuu, véi!

Esqueça os lances de Old Ladies que vc lê em outros books. Aqui não existe isso. Ninguém é dono de ninguém. É território livre. Voyerismo corre solto. Se a porta do quarto estiver aberta, é um sinal que outros membros podem entrar pra apreciar o show ao vivo. É praticamente um reality show meeeeesmo. Pornô. Muito doida a concepção de sexo livre grupal que a autora fez. Aaaaah... só vcs lendo pra entender... Os manos tipo tem o maior tesão de verem uns aos outros transando livres e leves e soltos.

Eu praticamente senti as assaduras nos meus países baixos só de ler o taaaanto de cenas de sexo que essa série tem. Quase necessitei de uma hipoglós mental. Não dá pra negar que a autora escreve super bem. E consegue acender as lamparinas da mulherada...

Não sei onde a autora quis chegar com a junção da exploração de duas vertentes contraditórias até agora. Sério. Porque aqui as mocinhas frequentam a igreja, são cristãs convictas, com valores arraigados e tal. Você vê que rola uma parada de tentar mostrar que o pai de duas delas era o pastor da igreja e era um sádico abusivo, com implantação de castigos divinos e todo papo de religiosidade, mas você percebe que as personagens femininas são construídas para serem boas e muito humanas, sempre respeitando o próximo. Enfim... elas cultivam valores. Que muitas vezes batem de frente com a caralhada do sexo solto do Clube dos Last Riders. E aí rola o conflito. Então eu não sei se a autora quis explorar que toda mulher pode ser uma dama fora e uma puta na cama. Ou ser cristã e ainda assim curtir os prazeres mais pesados da carne, sei lá. É muito estranho.  Minha mente divagou muito nisso. Porque não concordo. Parece que ela tenta fazer uma apologia, saca? Tipo: ei... vc aí? Pode ser uma boa moça, uma cristã, ir à igreja, mas se quiser, pode dar pra geral que tá de boa, porque o corpo precisa sentir...

Não concordo. Mas aí é meu ponto de vista careta, neh? Me julguem... hihihi... O último livro, do Lucky, é o mais denso nesse aspecto de conflito interno religiosidade/ frutos da carne. Porque o Lucky era pastor mesmo. E ele tem umas taras muito toscas pra fazer uns jogos sexuais. Mas vc tem que ler pra sacar.

Minha divagada errante vai para : como as mocinhas tinham coragem de beijar as bocas dos caras, que vagavam pelas pirikitas alheias das putas fixas do clube ? Toda hora, a todo momento. Em qualquer lugar.  Eu teria um pouco de ressalvas para executar o ato...

Outra coisa que não concordei... as putas do clube, cujas quais denominarei: Raci, Stori, Bliss, Jewel e Evie sempre que estão sendo utilizadas pelos rapazes, escutam a frase célebre : Venha aqui que vou me enfiar nesta boceta apertada. Oi? Não... não... contraditório... se estas ladies, dividem seus corpos para tantos machos, muitas vezes por frente e por trás, um atrás do outro ( haaaaaja disposição) , não consigo compreender o conceito do apertado... pra mim o tecido deveria já estar mais para o relaxado... mas tudo bem... vai que as bichas fazem pompoarismo, né?!

Outro questionamento: Nunca vi estas mesmas criaturas menstruadas no clube. Com cólicas, TPM... nada. Sempre bem dispostas. Helloooo... que mundo é esse e que mulheres são essas? Amazonas? Tá foda competir com esse parâmetro de ninfomaníacas.

Outro ponto. Os homens sempre carregam as mulheres, quando querem transar, para seus aposentos, no ombro, sabem como é? Kinen bombeiro socorrendo vítimas de incêndio? Aquele típico comportamento de macho neandertal e tal? Pois é... o que eu já até fiz um video uma vez demonstrativo, mostrando claramente  que apenas nos livros esse tipo de carregamento é bacana e usual. Na prática é uma bosta. Dói o estômago ser pressionada contra o ombro do indivíduo, se você tem labirintite é foda, e outra... se o cara soltar um pum... mêeeeu... tu morre e acabou o glamour, véi.

Hahahahahhaha... matei a cena romântica pra vcs, ne? Sorry...

Eu tenho a dizer uma coisa: Jamie Begley escreve muito bem. A série é bem delineada com uns mistérios e uns parangolés ao longo dos livros e um vai puxando o outro. E é uma autora inteligente, porque entremeia mais 3 ou 4 séries nessa, então tem uma ordem e sequência certa de leitura, pra você não ficar perdidão.  As histórias têm um gancho e uma pegada tão intensa que você não consegue parar de ler. Mas confesso que cheguei a pensar em vários momentos a desistir, exatamente pelo fato daquilo que disse ali acima. Não curto essas paradas de compartilhamento de material ou bofe alheio. Eu pulava bastante as cenas de joguinhos sexuais. Inclusive, nos últimos livros, nem sei se por conta dos machos da casa já terem se ajustado com suas moçoilas e diminuído um pouco o ritmo das orgias e bacanais, vemos bem menos. Pode ser também porque um dos pontos que muitas leitoras queixam a respeito dos livros da Jamie é sobre o excesso. Porque tudo em excesso é ruim. Até sexo. Então... nego tava ficando meio que irritando com o tanto de cenas de sexo sem sentido e tal. Daí nos últimos livros vc pode notar outra vybe.

Vou dar uma divagada quanto às capas... Quando vc pensa em MC's, qual é a moto que tem vem à cabeça imediatamente? Na minha são as Harley Davidson. Na hora. Acho que tem a característica dos motociclistas fodões e tal. A capa do Razer a moto não se parece em hipótese alguma ser uma HD... hum hum...
 Dá uma olhada aqui:



 Diagnóstico final de leitura: Curti. Alguns momentos. Alguns diálogos. Algumas cenas. Alguns personagens. Todo mundo batendo palmas, porque até agora o campeão de votos é o Shade. Preparem as calcinhas para um novo conceito de DOM. Acho que só vcs lendo para tirarem suas devidas conclusões. Um dos personagens mais inteligentes que já tive o prazer de me deparar...

 Eu sempre faço leitura em conjunto com minha amiga Kiki. Eu e ela passamos o dia inteiro trocando áudios no estilo: "Queeeeee que é isso!!!! Não acredito...!" Falei pra ela que eu achava que esse povo fazia tanto sexo, porque as vibrações das motos devia dar um siricutico nas bolas e os caras precisavam botar pra fora...literalmente.

 E a pobre Jô sofreu comigo... pq perturbei... em busca de spoilers. Aaaah... eu pedia mesmo. Falava na maior cara dura: "Me diga aí, Jô. Essa mocinha permanece intacta ou vai ter entrada USB por todos os lados, de diferentes machos, mesmo que sejam gostosos?" Hahahhahahahaha...

Tô com dor de cabeça até agora. Muito sexo em letrinhas assim faz mal... sobe a pressão. Dá até angústia. Hahahhahahaha... E revira os zoín... especialmente se os personagens estão praticando alguma pose Cirque Du Soleil que você não compreende, nem se virar o livro de ponta cabeça...


Bjuuuuuu



Aqui vai a ordem correta de leitura, se vc não quiser voar nas histórias:



Agora pra vc se divertir um pouquinho e soltar sua imaginação... qual seria sua moto de escolha?




To aqui nessa equipe, hein? Hahahah

Rússia que Pariu!


Esqueçam os Cowboys do Texas. Isso é coisa do passado. Houston agora é território de homens perigosos e muito sexies que falam russo. Seeeeexy demais. O babado agora é a Máfia Russa.



Capas Sexies...
Esqueça esses filmes que você já assistiu que colocam uns mafiosos russos feios pracarái... aqui o negócio é distinto. Os machos alfas são tudibão. Só tem bofe lindo e sarado, daqueles com gomos compactados em seus abdomens, bíceps ultrajantes e ombros largos. Os pobres mortais que convivem na periferia devem se sentir o Ó. Porquê, valei-me...

ЕБАТЬ (YEBAT')... ← Palavrão em russo, muito usado em nosso amado português, com o intuito clássico de hiperbolizar um bagulho... ( É Caralho, by the way...).

 
Yay! Tragam os bofes!!
  
Enfim... onde eu estava com minha cabeça quando resolvi atacar essa série da Roxie Rivera, hein? Com certeza eu estava em um lugar tranquilo e sem crimes hediondos, muito light, com histórias florzinhas e tchururu. 

Mas daí, repentinamente, eis que a vontade fala mais alto e eu caio matando no mundo do crime. Literário, claro.

Como eu disse... macho alfas, mandões, cheios de testosterona, possessivos, ciumentos e rabugentos, só são legais nos livros. Ao vivo a coisa muda de figura. E nesta mesma vertente, machos alfas marrentos, maus pracarái, que não hesitam em descer a porrada sem dó, usam uma arma de fogo como se fosse isqueiro e manobram facas com muita aptidão, só são sexies nos livros. Certo?

A série da dita autora, Her Russian Protector, é quente. Em um sentido muito interessante. Não é uma série pornograficamente detalhada, mas é hot. E por incrível que pareça, é um hot até light, se compararmos com outras tantas séries eróticas por aí.

Catei um livro para ler, que está interligado ( eu e minha mania de ler séries interligadas...), chamado In Kellys Corner, da série Fightings Connollys. Lembra que falei que estava na vybe de livros com lutadores? Minha entrada no mundo do crime e mafiosos apetitosos deu-se repentinamente, quando percebi que esta série apresentava os personagens da outra e ... baaaam... caí de amores.

Outras opções de capas do Quarteto

Lutador sexy...
Dono da Academia... seeeexy


Irmão sexy e atormentado...

 Peguei o Ivan ( no bom sentido), depois caí matando no Dimitri, para logo em seguida atacar o Yuri, para mais à frente, finalmente, pegar o mafioso poderoso mor, tipo Al capone de Houston, Nikolay.
Vejam bem... a série é extensa. A autora ainda criou contos que se entremeiam no babado, com o intuito de fazer você matar saudades que porventura possa sentir...
Porém, o foco principal são estes 4 amigos russos citados aí acima...

Eu tenho amigos russos... o Mika e o Miyuri, e se vc me perguntar depois, esclareço direitinho esta história... avisando de antemão que é zoada. Mas enfim, onde eu estava? Ah, claro... nos delícias...
Vejamos... Ivan e Nikolay, o poderoso, são temidos em todo lugar. Ivan conseguiu se safar do mundo do crime, mas ainda assim, treina lutadores para estes ringues do submundo, onde a morte pode ser certa. Então, acaba sendo um tanto quanto contraventor. O Nikolay, ou lindamente chamado de Kolya ( leia-se Kólya... passei o livro inteiro chamando de Kolaya... mas enfim... imaginem que é um lance assim: Jose= Zé. Nikolay+ Kolya ), é o chefe da máfia russa em Houston. Mas ele é temido em todo canto do país. Seus tentáculos poderosos têm um longo alcance e as pessoas se K. H. – ão ( conseguiu decifrar meu enigma de palavrão?) de pavor quando ele surge.
 
Pense nestas mãos como do Nikolay.

Uma das características que vc tem que observar é que a máfia russa exige que seus asseclas tatuem seus corpos com os registros dos crimes e contravenções que tenham feito. Além das tattoos básicas dos presídios onde possam ter feito morada. Logo, Vanya ( leia-se Ványa, apelido do IVAN) e Kolya, o poderoso Nikolay ( adoro esse nome... parece nome de vampiro chefe, né?) tem os corpos tatuados de cima abaixo, inclusive nos dedos, fazendo com sejam destacados pelos crimes que cometeram em nome da família.
Yuri e Dimitri, já são mais trancs, de boa na lagoa... se você contar que Yuri é tipo um mega bilionário ultra power blaster e Dimitri também não é ruim de grana.
Típica história de 4 amigos que se amam como irmãos, viveram juntos em um Orfanato na Rússia, fugiram juntos do inferno, e tiveram suas vidas divididas entre o crime ( Ivan e Niko) e o exército russo ( Dimi e Yuri... sentiram a intimidade?). Saíram da pobreza e superabundaram na riqueza extrema...
Porém, mesmo com esses percursos de lado do bem e do mal, eles nunca se separaram e vamos combinar... um usa a influência do outro, quando há necessidade. Preciso dizer que se um deles precisar botar medinho nos outros, o objeto em destaque é o Nikolay? Nyet.



Momento análise de tatuagens...
Quanto mais tattoos, mais perigoso o cara é...

O Importante é contar os gomos, figo, desenhos...
Tatuagens nos dedos revelam o mundo do crime...
Isso, meu filho... reza pra não achar uma mocinha legal...



Lá se vai... vou fazer minhas considerações russas:


* Se você fica ouriçada com mocinhos estrangeiros que têm sotaque, prepare-se para se deliciar com estes daqui. Você vai ler o livro e querer aprender algumas palavras em russo... ou pelo menos tentar ensinar pro teu bofe, pra que ele te chame assim... eu me dei bem, porque meu marido falando em inglês, parece realmente um mafioso russo ( o sotaque dele é weirdoooo... esquisitão... hihihih ), então, vou colocar o maridis pra me chamar de Lyubimaya Moya, que significa Minha Amada. Awww... que fofo!


É tipo isso... bateu o olho... foi.


* Você vai ficar arrepiada quando escutar o mocinho falar: Da. E não pense que é o nosso Daaaaa... não. É um simples: Da. Tipo: Vc me ama? Da. Aiii... que frisson esse sotaque me causa...

* Vai ter sorte lá na casa do chapéu... aqui você tem 4 amigas super leais e bacanas que acabam caindo na graças dooooos... 4 russos gostosos e com grana... Eita, lelê! Até rimou! Onde que no mundo tem 4 bofes amigos soltos como esses? E ainda dando sopa de boa pra 4 amigas solteiras e à caça? Só nos livros, Radnáyas...( queridas).

* Histórico muito interessante das amigas: as 4 tem problemas sérios com irmãos ou parentes próximos, tipo papi e mami. Mas por favor... quando digo problemas, não estou dizendo uma  briguinha à toa. Estou dizendo : irmãos drogados, inseridos na criminalidade, gangues, pais bandidos, mães filhasdapuuuuca, essa desgraceira toda. E claro que acabam fazendo o papel das donzelas perdidas e necessitadas de proteção. Daí a série se chamar Her Russian Protector ( traduzindo feiamente para O Protetor russo dela...hein?).

* Mais uma vez temos casos de mocinhos que não tem um pingo de problema em assumir o amor que sentem pelas fofoletes. Falar Eu Te Amo é muito light e não rola aquele conflito interno com eles, saca? Só senti falta de um Ya lyublyu tebya.


* Outra coisa que amei... Os caras sabem pedir perdão e reconhecer quando fizeram merdiiiiienha... e as mocinhas não são insuportáveis e pentelhas. Se rola um desentendimento, eles conversam, esclarecem e fazem um sexo selvagem danado de bom de reconciliação...


Sim, sim... quem não?

* Mais uma série onde os mocinhos são abastados pacaráaaai, e não somente no aspecto físico, mas financeiramente... daí, eles querem oferecer tudo do bom e do melhor para suas amadas... o que as mocinhas fazem? "Não quero." Aaaaah.... vá se lascar... aceita logo saporra aí e cai matando, criaturassss!!! Um dos diálogos mais bacanas que li foi exatamente a explicação para os caras quererem dar as coisas para elas. Ou simplesmente quererem colocar 6 mil bodyguards sexies e gatos guardando as vidas delas ( só em livros os guarda-costas são todos gatos...). "Se eu te amo, e te prezo, eu quero te dar o melhor de mim. Quero te agradar e me faz feliz ter a oportunidade e o poder para lhe proporcionar isso." ( Não foram essas as palavras, pq essas aqui eu criei, mas foi com esse intuito aí...).

* Uma das cenas clássicas que acontece aqui é: os caras são muito pacientes. Eles são uma rocha dura e áspera por fora, mas por dentro são adoráveis docinhos de coco. E eu já disse antes: esqueçam o estereótipo de russos bandidos e fétidos, que já chegam e traçam as mocinhas na maior brutalidade... nope... aqui os gatênios são singelos e bem educadinhos. Eles esperam as ladies estarem prontas para o créu. Uma prática comum? Enquanto não rola a perfuração bombástica nos Países Baixos, os casais fazem uma espécie de Self Masturbation, sabe qualé? Um apalpa o outro simultaneamente e Bimba! Chegam ao orgasmo loucamente... parece coisa de teenager em Drive-In, mas tudo bem...


Os caras são tãaaao meigos...

*Uma das especialidades destas mocinhas destes livros é a habilidade que elas têm de ordenha. É um bagulho impressionante. As minas "ordenham" os badulaques de seus machos, sacam? Pelo menos é assim que a autora gosta de descrever o ato. E aí, nesse quesito, eu já vou logo para o momento divagante, onde minha mente pensa em vacas sendo ordenhadas e tchururu. Nada sexy. Fora que... uou... essa musculatura do assoalho pélvico dessas minas está de parabéns, viu? Clap, clap pra elas. Fico na expectativa de alguma dessas mocinhas ainda conseguir fazer o pau de um mocinho refém. Tipo. Travou a bichana e pêi! Só solta quando quiser. Hahahahah...

* Um dos detalhes que mais gostei nessa série é o fato de que a maioria das mocinhas é latina ( adoooooro... pelo menos as morenas aqui tem vez, neh? Porque romances históricos só dá pra loiras e ruivas... ). Como a história se passa no Texas, rola uma influência grande dos padrecitos mexicanos... então as mocinhas tem a pele dourada ou morena, com a latinidade ardente em sua sexualidade... adoooooro... Imagina... contraste show com os russos sexies.



Casal do primeiro livro...


A Padeira sexy. É dona do Dimitri...

A Relações Públicas chique e poderosa. Yuri come na mão dela...
Teoricamente o casal principal. O Chefe da Máfia e sua Rain


* Mais um aspecto interessante no quesito sexualidade latente: os mocinhos curtem uma participação ativa no babado. Enquanto estão no ato, eles mesmos guiam as mãos delicadas de suas mocinhas, para que apalpem suas pérolas preciosas ( leia-se clitóris.) . E aqui entra minha indignação. Pérola? Dando um oi? Surgindo no meio das águas tempestuosas de suas pirikitas ardentes? Pelamoooooor.... Fora que aqui as minas produzem Néctar... affff....

* Esses mocinhos são tão intensos, mas tão intensos, que até na hora do beijo eles usam armas brancas. Tipo... quando a autora descreve os beijos, é sempre algo assim: "sua língua esfaqueou a minha." "Nossas línguas se apunhalavam..." Mas, zeeeeeenti... quequeilson... só consigo imaginar as línguas dos caras "esfaqueando" mesmo...

Ui... chega deu um calorzinho...

* Um aspecto interessante nas narrativas. Os livros se intercalam assim: Quando a ênfase é nas mocinhas, o Ponto de Vista é delas e a narrativa é em primeira pessoa. Quando a cena é dos mocinhos, o narrador está em terceira pessoa. No início você fica meio noiado, achando que a autora viajou, mas depois vc percebe a sacada dela. E achei muito interessante. Pelo menos agrada aos dois públicos leitores... não haverá desculpa para a pessoa dizer: "Não leio em primeira pessoa"... e por aí vai.

*Mais uma vez temos os casos das mocinhas que gostam de levar umas palmadas na hora do "iskema" e justificam que suas leituras de romances eróticos criou uma sanha no assunto. Só uma mocinha até agora se recusou a levar uma palmada no traseiro. Hahahaha... inclusive, o livro do Dimitri, tem uma cena muito interessante... esqueça o quarto vermelho da dor... aqui você vai conhecer o armário de mogno da dormência... o mala instalou um balanço do sexo dentro do armário!!! Então... ou esse armário é enooooorme, ou sei lá... fora que ficou estranho... vou entrar ali no armário... espera... agora vou sair do armário... dúbio...
Mas enfim... foi intenso... Christian Grey vai querer dar uma telefonada pro Dimi e pedir umas dicas sobre o babado...

Calorzinho chega no útero... te garanto...

 * Teve um diálogo que quase rachei de rir... muito provavelmente eu devia estar lendo lá pras tantas da madrugada e os olhinhos pregaram peças... Eles estão em um restaurante ou na cozinha de alguém, sei lá... e a mocinha pergunta :
"Já comeu Migas?" ... juro que comecei a rir e pensei: "Miga, sua loka... tá dando pro russo e nem me conta, é?" Hahahahahaha... Mas parem com a safadagem, porque esse Migas aqui é um prato típico de algum lugar aí...

*Mocinhos nem dão muita bola para as peitcholas das minas, sabia? Eles são realmente obcecados com os Países Baixos... curtem mesmo uma pirikita alegre e uma bunda boa de se olhar... ou estapear... whatever. Como as mocinhas são latinas, imaginem aí umas bundas do tamanho da Jay Lo... me recuso a pensar em Kim Kardashian... me recusooooooo!


* Eu particularmente adooooooro livros onde a mocinha sempre está em perigo iminente, onde um perseguidor, bandido sorrateiro ou gangster maldoso quer usá-la como alvo e atentar contra sua vida. Adoooooro... e quanto mais perigo e risco a mocinha corre, melhor. E se ela for sequestrada, quanto mais machucada e necessitada de cuidados médicos ela tiver, melhor ainda!!! Então, preparem seus coraçõezinhos se vocês amam isso tanto quanto eu... porquê aqui rola ação do início ao fim.


Não importa o tamanho da arma... espera... importa sim!

* Vamos combinar... a autora é muito inteligente porque ela não se ateve ao sexo selvagem para te prender n história... Ela criou um mundo imaginário, histórias complexas, passados obscuros, crimes dignos de CSI Miami, além de ganchos fantásticos entre uma história e outra. Eu totalmente me amarrei... pensando até em escrever uma história meio dark que se passe no submundo do crime... hihihih... SQN... É muita tensão... É capaz de eu começar a escrever e já ficar atormentando "a mim mesma" para a ação rolar e o livro chegar ao Grand Finale...

Uma das coisas interessantes que eu acho no mundo da literatura é o fato de você poder conhecer novas culturas, idiomas, ziguiziras, curiosidades e etc. No caso aqui, vale deixar registrado e fazer vocês divagarem em caso de algum dia se depararem com o mundo russo novamente ( espero que menos o mundinho da Máfia...). Os sobrenomes dos homens quando passam para as mulheres, recebem um a no final. Tipo assim... Nikolay Kolsnikov. A esposa adorada dele vai se chamar Vivian KolsnikovA. Sacaram? Sharapova. Navratinova. Kurkova. Quando você se deparar com este A no final, é porque é uma mina. O que significa que nunca vc vai achar um russo chamado Ivan Kurkova. A não ser que ele esteja passando por um leve distúrbio de personalidade...

Deixo a dica:  Livros cativantes e que prendem do início ao fim. Da!!! Você vai conseguir largar? Nyet!!

Se eu fosse avaliar por nota, eu diria que:

Ivan é lindo. Shooow.
Dimitri é gato. Lindoooo... livro mara.
Yuri é... Yuri... caiam matando.
Nikolay é MEU. Já me apossei. Se eu tô divagando e apresentando a máfia procês eu quero ter pelo menos o privilégio de me sobressair no mundo do crime.
Sergei é fofo. Mas a mocinha é um angú. Nem quis ler... mas vou acabar lendo de qualquer jeito... 
Alexey... vou pegar... no bom sentido.
Kostya... o mais esperado de todos...

Fora estes, que saem do quadrante dos 4 cavaleiros do Apocalipse Russo, vc vai ansiar com todas as suas forças pelos livros dos outros mafiosos da família, além dos Bodyguards sexies e gentis... hihihihi

Удачи!  ( Boa sorte!)

До свидания ( Da- sví-dá-ní-yé )... que significa Tchau!


  
 
Suuuper indico!