Fantasyland


Primeiramente, vamos esclarecer o objetivo desse post: zoar, obviamente.
Segundamente (sabendo que não existe essa palavra no nosso adorável idioma), vou dizer que estou zoando, mas só tiro sarro daquilo que adoooooro. Ou seja, posso até zoar, porém, não abro mão. 
Okay... cá estava eu em minhas muitas reflexões super sábias, minhas divagações corriqueiras, sobre a vida, sobre os livros, sobre personagens que não existem, salvo na cabeça das autoras loucas que querem nos deixar loucas, porque somos loucas e queremos muito que aqueles personagens sejam reais...
E pensei eu... Por que será que os livros de romances realmente atingem uma massa de leitores com tanta intensidade e chegam como uma febre insidiosa e escaldante, dominando tudo? 
Resposta simples: Porque mexe com o domínio das fantasias mais loucas e secretas que temos dentro de nós.
Muitas podem nem mesmo admitir, mas lá no fundo, sempre sonharam com alguma vertente dessas retratadas nos livros de romances... confessem.... um cara milionário, caído de quatro por você... te dando um carro de presente pelo simples prazer de querer vê-la segura... hummmm... por favor... 
Um astro de cinema... arreado os quatro pneus e o estepe, completamente rendido, te oferecendo todas as estrelas, inclusive as da calçada da Fama em Hollywood...
Confessem...
Um bad boy reformando sua vida desregrada, mudando seu estilo simplesmente para não perder o amor da sua vida...
Um libertino reformado, daqueles desejados por 99% das mulheres do planeta, mas que simplesmente fica vesgo e passa a enxergar só você na frente dele. 
Pleeeease... isso mexe com as entranhas femininas. 
As minhas se remexeram enquanto estava escrevendo isso. Hahahah...

Agora vamos lá. Analisemos friamente as razões por trás disso tudo.
Nos Estados Unidos e Inglaterra, países de origem anglo-saxônica, num todo, há uma máxima que impera e é um fato consumado. Pode ser que não seja aplicado a toooooodos os homens e existam ali as exceções, mas é raro dentro de uma população onde imperam as características que vou citar.
Estes seres, especificamente, são conhecidos, em quase todas as pesquisas feitas por diversas fontes de universidades renomadas, como amante frios e desinteressados. Ou seja, chegam lá, executam o ato e pronto. Procriaram e tal. Acabou. Nada de glamour. Romance, aquelas facetas líricas e lindas que lemos nas linhas tão bem descritas e, muitas vezes, ultra gráficas, nos romances. 
Os caras não têm essa magia toda... naaaannn... Isso vai ficar a critério dos amantes latinos, de sangue caliente... 
Cara, isso não sou eu inventando. São pesquisas existentes ao redor do globo. Basta dar uma googada por aí e vocês acharão. 
Então, é simples observar que a maioria dos romances acaba se passando nessas localidades. Que a maioria das autoras renomadas são autoras norte-americanas ou inglesas. Que a maioria das leitoras ultra compulsivas são dessas localidades e que o grande mercado editorial que domina o mundo é o quê? Norte-americano. O grupo Penguim Random é o maior grupo editorial do mundo. Daí você já tira.  Eles são de NY. Capital metropolitana do mundo.

Mas por que estou sendo tão séria sobre esse assunto, quando poderia estar zoando geral... nem eu sei. Mas agora é que a zoação vai começar forte.
Vamos aqui listar algumas das fantasias mais fantásticas que toda mulher quer encontrar em seu homem, mas só encontra nos livros. 

Vamos lá:

* Todo CEO é um amante fantástico, atencioso, sexy pra caralho, dono de meio mundo, consegue as melhores vagas e acessos aos melhores restaurantes a hora que quiser, como se só existisse ele na cidade inteira. Ele manda em quase todas as empresas do mundo todo. Ele não é só um dominador na cama, ele domina geral. Ele é o CARA. 

* Não bastasse isso, todo empresário mega rico tem um helicóptero, ou um jato ( e tem que ser Learjets, porque são melhores, e claro, é muito fácil comprar jatinhos e helicópteros hoje em dia...), tem heliportos em todos os prédios, além de terem residências em quase todas as cidades importantes do mundo. E não são casinhas singelas. São mansões ou penthouses fantásticas. Porque é muito simples manter e pagar a hipoteca de tudo isso. Claro.
Ah, não podemos nos esquecer que todos eles têm lanchas ou iates luxuosos. E mesmo que só usem uma vez a cada cinco anos, estão lá, impecáveis, nos portos e cais da vida, lustrados e tal. Mantidos e mais bem guardados que as joias da coroa.

* Falando em coroa... todos eles conseguem comprar joias com muita facilidade. Praticamente tem convênio com as redes mais imponentes de joalherias espalhadas pelo Globo. Podem estar no raio que o parta... mas se querem uma joia caprichosa, eles conseguirão. Porque são OS CARAS.

* Saiamos um pouco dos CEO's. Falemos dos Cowboys ricos e multimilionários. Eles são donos das fazendas mais proeminentes do TEXAS, ou de outros Estados bacanas, mas agora só me veio à cabeça esse, por causa da novela Dallas. Enfim... as fazendas dos caras têm seis milhões de cabeças de gado, do mais caro, por favor, além de criação de cavalos de raça raríssima, fora as plantações de qualquer coisa que acaba sendo sobrenaturalmente mais rentável que qualquer poço de petróleo no Kwait. Opa... isso quando eles não têm um poço de petróleo dentro da própria fazenda. Fazenda esta que tem pista de pouso para seus aviões. FABULOUS.

* Astros de cinema são os astros de cinema. Não os "orêia seca" se segunda categoria que trabalham como coadjuvantes em filmes meia-boca. Não. Eles são astros. Por favor... eu mesma criei um que andava com segurança, porque acho digno, acho chique, acho tudo. Hahahahha...  Então, se vamos criar um ator de Hollywood, vamos inserir todo o pacote fantástico de regalias que eles têm direito. Seguranças, paparazzi seguindo, carros luxuosos blindados, premiéres fabulosas, estilistas prontos e dispostos a conseguir a roupa que quiserem, a hora que quiserem, no país em que estiverem. Se o cara estiver no meio do deserto e pintar uma festa de camelos, ele vai conseguir uma roupa chiquetosa para a mocinha, garanto. Basta uma ligação telefônica e Pliiiim! Voilá. 

* Os milionários gregos não obstantes serem gregos e liiiindos de morrer, com aquele sotaque mortal, regado a vinho tinto e uuuui... sei lá mais o quê, sempre têm que ter uma ilha própria. Claro. Porque se eles não tiverem uma ilha própria, não são milionários gregos dignos. Se todos os romances de milionários gregos com ilhas realmente fossem reais, eu poderia dizer que a Grécia, com certeza, seria um país micro esfacelado em pequenas partículas de terras, com plaquinhas indicativas de cada dono e uma lancha na garagem. A imagem mental na minha mente é fantástica. Não haveria vielas ou ruas para percorrer de carros. Apenas iates seriam usados como meio de transporte, porque seriam milhares de ilhotas. Imaginem...

* Todo presidente de Moto Clube fodão é muito fodão ou muito rico. Porque não obstante ele ser fodástico, ele tem que ter dinheiro a dar de rodo. Mesmo que seja ilícito. Mas ei... ele foi ilícito por um tempo. Depois ele regularizou o MC. Por favor, né... Porque todo motociclista que você vê em uma Harley-Davidson é um gato. Hum hum... claro que sim. Eu digo com certeza... passei pela experiência atroz de tentar encontrar UM nos Estados Unidos, ao longo das andanças pelos oito estados que cruzamos, eu e minhas amigas em um jeans viajante ( um não, cada uma estava vestida em seu próprio jeans...)... e não vimos um que tenha suprido a fantasia de uma descrição de autoras taradas por MC's. 
Fora que, eles nunca têm cheiro de gasolina, unhas sujas de graxa, calça jeans ferrada de óleo diesel ou essas porras que se usam nessas coisas que ronronam e fazem a gente delirar um pouco quando passam pelo nosso lado no trânsito.

*Todo médico é O MÉDICO. Tipo, ele não pode ser um cirurgião bacana e bom apenas. Ele tem que ser o melhor de todo o planeta intergalático. Fora ser um gato de fazer a paciente desmaiar e ter uma síncope só em estar com o estetoscópio do homem acoplado no peito ( nossa... pegou mal essa composição de cena... mas pense no ato médico... safadas...).

* Todo militar é SEAL. Porque os SEAL's são fodas. Eles são os caras. Eles são demais. Mano... eles são... putz... eles são SEAL's. Eles resgatam até as calcinhas da Rainha Elizabeth que estiverem entaladas no sistema de esgoto da Grã-Bretanha, se precisar. Eu queria ser resgatada por um SEAL. De boa. Quero dizer... só em pensamento... na íntegra eu não ia querer, porque para que isso acontecesse, o pau teria que ter comido feio, eu teria que estar em algum lugar torpe e medonho, teria sido sequestrada e sabe-se lá o que teria acontecido com este meu corpinho sexy até que o Itamaraty resolvesse fazer alguma coisa. E aqui no Brasil nós temos SEAL's, hein? hein? Claro que não, caras amigas! Então eu ficaria a ver navios. Literalmente. E nada de Seal's gostosos me resgatando. 

*Os sheiks... bom... os sheiks nunca são tãããão machistas assim como o alcorão manda. Eles são machistas e ciumentos, mas eles respeitam bastante as mulheres deles, dão voz ativa às suas lindas, compram milhares de joias e só têm olhos para elas e para mais ninguém do harém. Na verdade, eles mudam toda a regra do pequeno país que mandam, porque precisam se casar com uma estrangeira, que é suuuuuper simples e fácil, e também porque querem manter um casamento monogâmico. Hum hum.

* Os roqueiros selvagens drogados, prostituídos e selvagens ( eu já disse selvagens?), daqueles que comem os pasteis que lhes são oferecidos mais de sete vezes por dia ( leia-se pasteis como groupies), acabam rendidos pela mocinha e se regeneram rapidamente e, pasmem... as mocinhas nunca sentem dúvidas sobre a vida pregressa de possíveis doenças sexuais dos felas... porque vou dizer... os caras NUNCA transaram sem camisinha antes. Claro que não. De forma alguma. Eles têm um dispensador de camisinhas ao lado do pau. Quando desce a cueca, já aciona o mecanismo e pluft! Pinta um pacote prateado rapidamente na mão do elemento. Ou elementa, já que muitas se prontificam a empacotar o bagulho.

*Os bad boys sempre são malas sem alça, mas há uma explicação muito razoável para os comportamentos deturpados dos caras e há um lado muio fofo, tipo ursinho de pelúcia, em seus interiores ferrados. Além de serem lindos. Porque eles não seriam bad boys dignos se fossem feios e mocreios. Por favor, né...

* Os Vikings ou guerreiros dos livros históricos nunca são sujismundos ou nojentos, chegados das batalhas sanguinárias, daqueles que dão arrotos em público e tal. Isso cabe apenas aos amigos tapados e pérfidos que eles têm ao redor. Os mocinhos mesmos sempre são meio lordes e com comportamentos irrepreensíveis... com exceção do Rolfe de Warenne... aquele ali, pelo amor de Deus... 
Então imaginem... os cabelos dos caras nunca estão sujos, ensebados, com piolhos, sei lã. As unhas craquelentas. Já assistiram o seriado Os Vikings, com o gatérrimo Travis Fimmel no papel do Ragnar? Então... deram uma olhada no visual do mano, né? Podem falar que ele é sexy, porque vou concordar, mas se disserem que ele é limpinho eu vou dar um grito aqui...

* Os lordes, duques, condes, viscondes, marqueses, e afins... well... eles compõem a população de machos com aquelas roupas glamorosas que assanham nossas entranhas... especialmente se você escolher aquele período onde as calças eram coladas e eles usavam uma espécie de casaca e botas de montaria... sassinhora. Tipo... uau... Eu ali entendi porque as mocinhas precisavam de leques para se abanar. Ou talvez para cobrir o rosto vermelho ao serem pegas no flagra admirando. Ou para disfarçar a encarada obvia, mesmo. Porque, enquanto as mocinhas tinham que esconder tudo por baixo das saias, as roupas dos machos não deixava nada para a imaginação. 
Mas havia a mínima preocupação para o cumprimento do asseio por baixo de toda a quinquilharia de gravatas e casacas? Não, senhoras. Por vezes o banho era apenas de asseio. Com um paninho espalhado nas axilas e eu digo... já tentou tirar sovaqueira com paninho molhado? Acho que não resolve muita coisa. Mas enfim... Fora como deviam ser os cuidados com a poda das partes baixas, certo? Isso porque estou falando apenas dos mocinhos, mas imagino os arbustos exuberantes que deviam ornamentar os instrumentos e espadas dos cavalheiros...

Okay... acho que citei os grandes astros e estrelas das fantasias literárias... Isso falando dos mais óbvios e comuns. Os clichês que eu amo pacas. Nem citei os sobrenaturais com dentes longos e afiados e pelos espalhados pelos corpos na lua cheia...

Dentre todas essas coisas que citei acima eu digo...
Esses caras acima são mágicos. Eles conseguem fazer o inimaginável, além de mexer com nossa mente fértil. 

Os empresários, CEO's, advogados, zilionários e whatevers... podem trabalhar até 18 horas por dia, mas eles encontram tempo pra malhar. Todos os dias. É sagrado. Todos eles tem tanquinho de guerra. Não há um único personagem na história dos romances que tenha sido citado com barriga de cerveja, flácida, caída ou bleeee. 
Todos eles tem pacotes de seis, até mesmo oito, se deixar. Com aquele V fantástico que desce para as ribanceiras do prazer e descambam nas catapultas do... well... vcs entenderam...
Os bíceps são salientes. As coxas são troncos de madeira. Nada de cambitos. 
O mocinho pode até ser descrito como não sendo  " muito bonito" , tendo alguma falha, no nariz, dente, cicatriz horrenda, sei lá... mas o corpo... o corpo tem que estar de acordo com as normas e diretrizes de leitoras exigentes. E leitoras exigentes querem comercial de Cuecas Calvin Klein, Armani Exchange e Hugo Boss pra cima. Músculos like  Abercrombie, modelos tipo revista VOGUE ou Men's Fitness Magazine, enfim... aqueles modelos de comercias de perfumes caros e estilosos... 
Não obstante o físico invejável, a conta bancária fenomenal e outros requisitos importantes, o que mais vai agradar as leitoras é o quadro performático no quesito sexual.
Os caras estão prontos em todo e qualquer momento. Seja no quarto, no chuveiro, na sala, na cozinha, na lavanderia, no carro, na roça, no mato, na floresta, no deserto, no escritório, no avião, dentro d'água, em cima da moto, dentro do tanque de guerra, com uma espingarda em punho, uma AK 47 nas costas, três sequestradores perseguindo, depois de uma surra épica, chapado de remédios, doentes de alguma virose monstro, depois de um sequestro de mais de vinte dias, depois de um atropelamento por um ônibus, após um período de coma de mais de um mês... Não há empecilho que vá impedir o cara de pegar a mocinha e dar um créu velocidade 5. Potência de Tornado F5. Com agitação cataclísmica e terremotos orgásmicos com intensidade 7.8 na Escala Richter. 
Esses mocinhos são heróis. E sequer usam catuaba. Ou Viagra. Uma salva de palmas para eles, minha gente.
Não podemos nos esquecer que muitos destes mocinhos são aqueles mesmos empresários fodões que trabalham 18 horas por dia, malham pelo menos uma hora na academia, fodem três horas seguidas, seja no período matutino vespertino ou de madrugada. Quando eles dormem? Não faço ideia. Eles devem ter algum DNA vampiro. Só pode.
Esses mesmos mocinhos nunca são egoístas e pensam apenas com o pau deles. Não... eles são lordes sexuais. Eles sempre esperam as mocinhas gozarem 3 vezes antes deles finalmente, finalmente, soltarem as comportas do prazer e liberarem o orgasmo épico que poderia ser capaz de arremessar a mocinha longe, se ela estivesse sentada em cima dele.


Bom, eu acho que falei horrores dos mocinhos. Ia falar das mocinhas, mas percebi que provavelmente essa divagação viraria um livro, então resolvi que será um tema para um próximo capítulo... 


Então... prossigamos com nossas fantasias literárias, apegadas nos momentos ultra surreais que por vezes nos deparamos nos livros.
Olha... não estou dizendo que na vida real isso não exista, okay? 

Estou apenas divagando sobre a razão dos romances balançarem tanto nossas estruturas... porque nosso imaginário precisa de heróis vívidos que nos supram de momentos épicos de prazer glorioso que um Loubotin pode causar, sentadas em um banco de couro magnífico a caminho de um heliporto no mais alto prédio de Manhattan... rumo ao JFK, onde apanharemos um jato supersônio fodástico com aqueles assentos magníficos de couro bege e um quarto privativo para uma soneca fantástica. De lá, o voo seguirá para Paris, onde uma limousine nos aguardará, no aeroporto Charles De Gaulle. Seguiremos para uma Villa maravilhosa em alguma birosca da França, antes de trocarmos as vestimentas Prada por algo mais simplório, como Yves Saint-Laurent, para pegar uma fresca num bistrô chique enquanto aguardamos que o motorista de um Bentley nos leve ao porto mais próximo. De lá, iremos até o Iate mega luxuoso que nos levará a uma impressionante viagem pelo Golfo, num passeio épico e descomunal. O herói chegará de maneira surpreendente, a nado, com uma roupa de mergulhador, bem ao estilo SEAL, sacudirá os cabelos de maneira sedutora, retirará uma caixinha da Tiffany's de seu bolso ( oi? é roupa de mergulho, mas pode ter bolso para todas aquelas facas maneiras e tchururus...), se dobrará em um dos joelhos e fará um pedido surpreendente. Enquanto dizemos o SIM, um helicóptero sobrevoará o iate, jogando pétalas de rosas vermelhas, despetaladas de maneira vil de algum roseiral das redondezas... 
Claro que a última cena será um beijo ultra cósmico e tão intenso que acarretará uma espécie de mini tsunami logo abaixo do Iate, fazendo com que os amantes riam de sua própria proeza. 
Viram? Fantasia é isso. A arte de poder criar na imaginação algo tão surreal e belo que tenho certeza te trouxe um sorriso ao rosto.
Ainda mais quando você imaginar que o rosto do mocinho poderia muito bem ser um Henry Cavill, um Chris Evans, talvez um David Gandy... não sei... são tantos mocinhos que remexem as entranhas... viaje você daí, que eu continuarei viajando daqui...

Como sou muito legal, não poderia deixar vcs na mão sem fotos para ilustrar tão belíssima divagação... Vou colocar somente algumas...

* CEO's

Esse é o que vc espera e imagina.

Esse é um dos CEO's mais poderosos do mundo.Google CEO Sundar Pichai

NO comtens.


* MC's

Esse é p PREZ que vc imagina para grudar como se fosse uma mochila...

Well... digamos que essa é a realidade...


No Coments. Again.

* Doctors

Tah aí os médicos que vc queria encontrar no plantão...


Preferi me abster de postar fotos da nossa classe médica... apenas visualize um momento em que vc tenha vomitado as tripas e tenha ido ao hospital. Pode ser que uma vez em um milhão, vc tenha se deparado com um médico de revirar os zoín...


* Vikings

Ragnar, para vossas senhorias. Os olhos dele apagaram a sujeira do rosto, né?

* Lordes


O Lorde que queria encontrar na esquina.


Que isso, Sr. Conde! Que calça é essa!!!

Não me admira a mocinha ter ido para o meio do mato...

Pelo amor do Duque de qualquer coisa!...


Sério... isso é mais colado que minhas calças legging...Até a gaivota tá chocada...

P.S. Essas fotos mara de capas são do Jon Paul Ferrara... eu meio que babo nas capas que ele produz... 

Hahahahhaha...

Bjuuuu

As Cenas Hilárias de Sbrubbles

Estava eu lendo uma matéria fantástica do Buzzfeed e concordando em 200% com tudo o que estava sendo falado, já que tinha sido divagado na minha cabeça... 
Quando lemos cenas de amor super mega in love nos nosso livros de romance, basicamente elas consistem da mesma performance épica. 
Não diferencia muito das cenas de amor que vemos em filmes ou seriados. Cenas estas que receberam a zoada do Buzzfeed. 
São sempre as mesmas pegadas, as mesmas estruturas cenográficas, o mesmo style. 
Mas na hora do "vamo vê", é tudo muito diferente...
Então, se enquadrarmos tudo o que está no visual, para o mundo literário que tanto amamos, dá pra gente divagar com a mesma intensidade, bem ao estilo a la Martinha.

Vamos lá... 
Eu tenho certeza que já falei sobre isso várias vezes em posts meus. A tão clássica cena da mulher-pochete. Todo livro de romance, erótico, hot ou o escambáu que se preze, tem que ter essa cena clássica e épica, onde o mocinho ergue a mocinha no colo e sai carregando a criatura com a maior desenvoltura do mundo, levando-a para seu recanto do prazer, ou melhor ainda, lhe dando uma catracada monstro, naquela posição inglória mesmo. 
Vamos lá,... ao vivo e a cores a coisa muda de figura. Os machos da espécie têm, necessariamente que ter bíceps e tríceps muito condizentes com malhação forte e intensa, de carga máxima e constante, que permita carregar e erguer um peso em movimentos repetitivos, como uma constante malhação. Um ciclo de exercício de levantamento de pesos de academia, normalmente vai de 3 séries de 15 repetições, certo? Só daí você já matou o nível da evolução do orgasmo que estava sendo construído, se a mulher estava encaixada na estrutura pélvica do rapaz.
Continuando nessa sequência, vemos que, o rapaz tem que ter uma força bruta para erguer um peso acima de 50 kilos ( tô colocando por baixo, sendo que o peso médio das brasileiras, de acordo com pesquisa, é de 59,6 kgs). Ou seja, o rapaz tem que fazer uma série evolutiva de levantamento de peso acima de 50 kilos, encaixado no abdômen, com constante fricção, em ritmo constante, para que se chegue ao Nirvana.
Gente... haja braços. Haja quadríceps para aguentar. Haja abdômen. Haja tudo. Isso porque estou só do lado masculino.
Vai para o lado da moça... haja alongamento de abdutores, haja musculatura para segurar a posição, haja braços para conseguir manter-se, porque não é só o parceiro de dança que tem que manter o passo, certo? 
Okay... Essa cena clássica precisa, necessariamente, de auxílio. Uma parede, que sempre aparece nos livros, uma bancada de cozinha, uma mesa... clássico. 

Culminante à cena da pochete sexual, partimos para a cena máxima do prazer, a cena do chuveiro. Todas as mulheres tiveram delírios e sonhos eróticos com a cena de Christian Jamie Dornan Grey, dando uma catracada forte em Anastacia cara de sonsa Dakota Johnson Steele, em 50 Tons mais escuros. A cena do chuveiro, de roupa e tudo... ufaaaa... Mulekiiii doido...
Eu ali já tinha perdido o fôlego só na porrada que ele deu com a pancada nas costas. O impulso intenso já teria me feito fazer um "ooompft!" da porra... mas quem liga? certo? Hahahah...
Daí, some ao fato as roupas encharcadas depois pedindo pra sair... pelo amor dos meus sais... quem, em são consciência, consegue tirar roupas molhadas com tamanha facilidade? Se desabotoar a poha de um botão, tem vez que é uma merda?! Que dirá quando o tecido está molhado? E se estiver ensaboado? Aí fudeu!
Okay... o sabonete não entrou na história aqui ainda.
Estamos ainda no chuveiro... cena clássica. O cara consegue fazer o movimento pochete com a moça... molhada. Ensaboada ou escorregadia de xampú... pior... condicionador... aaaaahhhh... para! Nunca, mano. Never. Nem Chris Hemsworth consegue. Por favor. Quer dizer... pode ser que ele consiga, já que a esposa dele é minúscula, ele é enorme, logo, ele consegue fazer uma garra firme e tal. Se as estruturas das paredes do chuveiro dele forem com textura, pode ser que tenha uma aderência melhor também... mas aí sou eu viajando... Agora pense... o banheiro tem que ter um espaço monstro também, porque cotovelos não se chocam com box de vidro ou parede, ou a própria alavanca do chuveiro, prateleira dos produtos e saboneteira e essas coisas...
Cara... vamos pensar comigo... água + sabonete + xampú + condicionador + fluidos corporais + diferença de altura óbvia entre os parceiros + paredes lisas dos azulejos - chinelas havaianas ( pq duvido que os personagens entrem de chinelos... vc já leu algo sobre isso?) = possível acidente escorregadio na certa.   Consequentemente, possível lesão e estadia no hospital mais próximo. E total quebra do clima sexy. 



Daí, vamos evoluir um pouco para outra cena, onde a diferença de altura é um fator importante. Normalmente nos livros, isso nunca parece fazer diferença alguma. Mas se você já teve um problema com isso, sabe muito bem que na hora H, se vc for mais baixa que o cara, o lance de fazer o sbrubbles de pé, complica um pouco. O cara vai ter que se inclinar. Quando ele se inclina, ele arqueia a coluna toda, o que quase o coloca na postura do Gollum, do Senhor dos Aneis... é meio que medonho... hahahahaha...

Então... "horizonte-se"... vá para a superfície plana mais próxima... daí, observe que se o cara for muito alto, mano... esse lance de olhos nos olhos realmente é meio complexo... pq, se vc for baixinha, quando o cara se encaixa, teu rosto fica na altura do pescoço dele. Ou dos peitos. Ou whatever. A não ser que o cara seja uma super Anaconda e consiga um longo alcance, para que os rostos fiquem colados e ainda assim haja um encaixe perfeito. 




Uma coisa que temos lido muito nos livros, e vamos dar uma salva de palmas para as autoras, pois o blogueiro do buzzfeed questionou esse fato nos filmes, mas nos livros está havendo uma vertente diferente... Nos filmes, nunca há uma referência de discussão sobre prevenção de doenças, gravidez relâmpago, uso de preservativo e pá. O casal se encontra e tchum! Tá na boca do gol. 
Nossas amadas autoras pelo menos entraram na vibe do politicamente correto e hoje vemos até mesmo uma pausa para para o café, momento diálogo do casal:

- Oi, você toma pílula?
- Tomo. Estou protegida. Fiz exame recentemente. Também estou superlimpa... e você?
- Eu nunca transei sem camisinha antes, e fiz um exame de sangue anteontem, olha que coincidência... estou limpo... 
- Maravilha...
- Okay... vamos lá..

Tá nesse nível de amor. Acho lindo. Hahahhahahahaha...

O lance da perikita de ouro. Isso é clássico. O cara pode ser o mais libertino de todos os homens. Já comeu metade das mulheres do planeta. Mas há algo de muito tóxico e viciante na perseguida daquela mocinha ingênua, que muitas vezes nem sabe o que está fazendo, consegue colocar o homem doiiiiiido das ideias. 
Mano... muitas vezes nem rola um bate-papo entre os dois, saca? A mocinha nem pergunta o que precisa fazer e tal. Ela parece que já nasce sabendo. Quando a mocinha é virgem então e sabe dar um bola gato sinistro ( vulgo, boquete ), eu chega me arrepio e me sinto incompetente, pq amigas... eu muitas vezes senti necessidade de assistir uns tutoriais para manjar a parada certa. Certas narrativas das autoras condizem com horas e horas assistindo pornô para poder descrever tamanha performance no ato. Vou te contar...

Outra coisa que acho uma das mais engraçadas de todas. Eu sempre rio. É tiro e queda. Sempre dou risada, porque me lembro do dia-a-dia. Da realidade nossa e tal. 
A hora do tirar a roupa. Mano... na hora dos filmes, seriados, novelas e livros é sempre aquela coisa sexy pra caralho. Quase com direito a música. Muitas vezes estou lendo um livro e posso jurar que stou ouvindo a trilha sonora. Quando percebo, vejo que estou de fone de ouvido. Hahahahahaha...
Okay... desabotoar os botões é sexy... fazer a retirada da camisa, descendo pelos ombors másculos? Sexy. arrancar a camiseta por trás ou pela frente? Sexy. Abrir o zíper da calça? Sexy.
Parou aí. A partir do momento de arrancar as calças com cuecas junto e meias e sapatos... putz... sério... pense comigo aqui. Você consegue visualizar o cara arrancar as botas ou tênis ainda de pé. Show. Um calcanhar arranca do outro e tal. Mas mano... na hora das meias, ou ele levanta a perna e puxa, ou tem que se sentar para tirar... e rezemos para que o cara não tenha chulé, porque senão, mata o clima. Sério. Ninguém nunca pensa no chulezão na hora, neh? Consegue imaginar aquele motociclista fodão, supergato, com uma bota suada o dia inteiro, a meia desgracenta que deve estar usando desde o dia anterior ( pq nunca narram que pegam uma meia limpa...)... conseguem sentir o odor? 
Parei.
Então... daí a cena na nossa mente, no livro, sei lá... é linda... parece uma coisa de Magic Mike... mas eu, na verdade, sempre fico rindo. Porque sério... homem é meio tenso na hora de abrir o zíper da calça... eles têm o maior medo de prender no ... biláu... hahahah... Outra coisa inconcebível pra mim... quando falam que o cara está sem cueca... oi? de calça jeans, sem cueca? a costura ou o tecido não irrita a mercadoria não? 



É sério... apenas parem para analisar. 
Uma das coisas que sempre me surpreende demais da conta é quando o casal se engancha num momento hot lindo, o cara faz um bagulho pochetesco com a mulher, logo, ela está encaixada como uma peça lego nele, daí, ele consegue tirar a calça e a calcinha dela e vrum... entra na garagem. Oi? Como? Coooomo? anatomicamente isso é inviável pra mim! Porque as pernas da mulher estão em volta do tronco do cara, certo? Logo, como a calça saiu, seguida da calcinha, passando pelas pernas que estavam devidamente presas? Mano... esses machos são tipo Houdini, véi... eles fazem as roupas das mulheres pulverizarem rapidamente. 
Se for livro sobrenatural eu ainda respeito essa treta. 
Um lance engraçado também é como as roupas voltam com tamanha facilidade. Não há relatos de melecanças nas partes e nem nada.

Outra cena cósmica dos livros é no quesito pós orgasmo sideral. É muito simples como nos livros some a necessidade que temo de ir ao banheiro dar uma limpada na área pra dormir limpinha... e no caso dos machos, pagar um pips básico, que é fisiológico. Nos livros não... os caras dão uma aconchegada nas minas, puxam pro abraço e partiu dar um High Five com o Morpheu.
Como o artigo do Buzzfeed tão bem ilustrou, a galera esquece das possíveis complicações de uma infecção urinária e falta de higiene mesmo.



Cenas de livros onde as mocinhas sempre estão com as roupas íntimas combinadinhas... quem já leu? E quem aqui já saiu pra vida, pra rua, pro trampo e estava com uma peça completamente diferente do par? Quem nunca? Eu sempre. Mano... pra dizer a verdade, a maioria das minhas roupas íntimas são de cunho totalmente confortável, nada sexy, tipo meia cor da pele, like Lupo mesmo, que acostumei quando fazia estágio de fisio e tinha que usar calça branca obrigatoriamente. Como não queria mostrar para os pacientes qual era a cor da bandeira nos países baixos, optei pela essência do minimalismo. 
E assim acostumei. E muitas vezes o sutiã é esportivo, com decote nadador, sacam? Porque uso muitas camisetas regatas nesse estilo, daí os sutiãs com fechos frontais muitas vezes são desconfortáveis.
Agora, claro.. isso não é regra, certo? Isso sou eu. Tenho certeza que muita gente aqui usa tudo combinado. Certeza. Até mesmo porque a máquina de lavar roupa separa tudo muito certinho logo depois da lavada e facilita sua vida. Hahahhahahahha...

O que as autoras narram e a gente imagina
O que nós, reles mortais,usamos de verdade



Enfim... em filmes e livros, as mocinhas sempre estão no maior primor. E os mocinhos sempre estão com suas cuecas boxers sexies pra carái Calvin Klein ou Armani Exchange e essas coisas lindas de machos... nunca são aquelas cuecas medonhentas de 600 anos atrás, que os caras usavam desde os primórdios, lavam sem amaciante e estão mais relaxadas que musculatura de praticante de yoga. Muitas vezes o uso das ditas é até irrelevante, porque não estão segurando absolutamente nada. O pássaro de fogo pode pular pra fora a qualquer momento pelas costuras... hahahahhahaha...

O que achamos super secy
O que nos deparamos ( olhem a cueca, safadas!)


A facilidade com que as mocinhas ficam úmidas é uma coisa que me surpreende muito. Realmente. É algo bem interessante. Quase com direito a análise criteriosa e telefonema para a médica para averiguar o funcionamento dos parangolés hormonais e tchururu. Porque, mano... quando os caras viram e falam que as minas estão tipo encharcadas... eu penso em enxurrada total... e aí eu penso... uou... essa moça vai desidratar desse jeito, coitadinha... ui... inclusive... vcs sabiam que o uso da palavra "coitadinha" vem de coito? de alguém que está sofrendo coito? coitada. Sacaram? Pérfido esse nosso português sacana.

É isso... no mais... existem milhares de outros fatores que eu poderia passar horas aqui divagando para vocês... mas aí viraria praticamente um livro... e perderia  função de vocês lerem o bagulho online... E eu seria acusada de consumir os dados de todas vocês... Hahahaha...

Pensem em mais situações hilárias que vocês sempre se deparam nos livros e que na hora H é extremamente diferente ou pode até ser similar, mas nunca no mesmo nível reportado, ou com o mesmo glamour.

Aconselho darem uma lida no artigo do buzzfeed que também é hilário. Eu rachei de rir.

Bjuuuu


Pole Quem?

Okay... eu fui investir na minha veia divagante, novamente, mas aquela veia meio louca e errante, que não tem nada na cabeça, sabe? Exatamente... lembra da vez que fui cavalgar o Bob Esponja? O cavalinho? Vestida com um vestido de época liiiindo? Só para provar que as cenas dos livros são fakes quando narram toda aquela lindeza e exuberância toda? Ou aquela vez em que amarrei os lençóis desconjurados e, vestida também com uma roupa de época, resolvi descer, pendurada, como um macaco-aranha, e quase despenquei? mentira... despenquei... mas quis mostrar que as mocinhas que sempre conseguem "fugir" das torres dos castelos em chamas estão é de muita sacanagem com a nossa cara, isso sim... Ou melhor, as autoras... Ou teve a vez em que fui para uma motocicleta sexy pra caraaaaaaalho, uma Harley Davidson legítima, vestida e toda trabalhada no couro, provando que na hora H, a hora que fazemos aquela retirada ninja do capacete, nunca sai como nas cenas dos filmes ou livros, ou comerciais de xampú. O cabelo não sai esvoançante e sexy e nem nada. Sai um ninho de mafagáfos medonho.
Certo... mas por que relembrei tudo isso? Porque a louca aqui, eu, a Divagante, resolvi me aventurar em provar, mais uma vez, que cenas de livros são apenas isso: cenas de livros. 
Okay, eu queria testar a teoria e também fazer uma espécie de , como os atores chamam quando vão interpretar um determinado papel e testam algo do personagem? escola? sei lá... 
Lá fui eu... testar o Pole Dancing. Certo... a curiosidade tinha ficado atiçada primeiramente por conta de algumas cenas de livros. 
Daí, veio uma série específica que assanhou minhas lombrigas literárias e colocou uma pulga Manga-larga Apaloosa puro-sangue, atrás da minha orelha cheia de piercings... o que incomodou pra caramba....
Na série de livros Last Riders, da autora Jamie Begley, temos um MC, um Moto Clube muito zoeiro e cheio de putaria, mó recheada das "sacanagi", suinguêra looooka e tudo mais. 
Daí, em contrapartida aos machos alfas e muito sexies, suados e cheios de gomos, e nada mal-cheirosos, o que seria de costume em uma média de 90% dos motociclistas americanos ( eu já vi... hehehe, pq vamos combinar que nos livros e seriados eles são lindos... ao vivo... a coisa muda um pouco a configuração...), as mocinhas são florzinhas virginais e plácidas e tchururu.
Maaaaas.... há uma lady em específico ali, que muito me encafifou com a história do poste. Ou Pole, pra ficar mais bonito. Porque pega mal falar que a mina rodou no pau. Neh, não? Hehehehhe...

Lilly, uma flor de candura... um anjo delicado... um amor de pessoa. Cheia de traumas e tudo mais. Um passado devastador. Conquista a atenção e obsessão, diga-se de passagem, do mais fodão de todos, o todo-fantástico Shade, o CARA. Shade é uma espécie de Flame ( by Tillie Cole ), versão Seal, bem tratada e sem toda a neura psicótica de um passado torpe. Eles têm em comum o lance da Síndrome de Asperger e a incapacidade de sentimentos e compreensão do mundo de uma forma comum aos reles mortais. Com exceção de suas adoráveis contrapartes, que ganham sua devoção eterna, inclusive, o direito de terem todo e qualquer macho que virar os olhos na direção das mesmas, assassinados friamente e sem dó. 
Okay... Lilly conquista essa obsessão possuída de Shade. 
Lilly é uma flor. Mas Lilly fez aulinhas de Pole Dancing na faculdade... hummmm...
Daí, certo dia... estão numa boaaaate, e tadaaaaam... Lilly vê um poste... e tadaaaaaam... Lilly roda no poste... e tadaaaaaam... "azamigas" vêem aquilo e WADARRËEEEEEU????
Lilly explica que fazia aulinha... Awww... que fofa.
Daí... certo dia... numa festa de putaria clássica no clube dos motokas, Lilly dança no poste... e Shade vê aquilo e tadaaaaam... WHATAFUUUUUUCK???? Shade quase tem um infarto, uma parada múltipla de todos os órgãos, um derrame cerebral associado a uma embolia pulmonar, culminando com uma ereção cósmica no seu... poste. Lilly depois vai lá, toda safada e para provocar Shade, dança no poste de novo... e leva uma pêia ( no bom sentido ) por ser atrevida e ter feito os outros machos babarem e quase ter feito o Shade matar todo mundo. Lembra que falei que ele era meio psicótico e poderia assassinar quem virasse os "zoín" pra mulher dele? Tipo isso.
Agora vamos aos furos. 
Lilly só usava roupinhas clássicas e beatas. Vestidos longos, saias e frufrus. 
Logo, na cena da boate, me pergunto, como ela rodou no poste? 
Na tal festa no clube, ela estava com um vestido de cigana, logo, me pergunto... como ela rodou no poste? 
No momento em que ela quis ser sacaninha, ela estava realmente com algo meio condizente... daí acho que deu pra ela rodar no poste.
Agora vou explicar o porque dessa minha divagação louca:
Quando eu fui fazer a aula experimental esta semana (se arrependimento matasse, eu estava num funeral agora...), eu fui muito bem composta, com um short até mesmo razoável e tal. 
Quando fui fazer um determinado movimento a professora virou pra mim e perguntou: 
- Ei, você... e esse short de vovó aí? 
Senti vontade de falar que minha avó não teria condições de usar aquele short, ou teria sido excomungada, mas relevei. Respondi calmamente:
- Posso dobrar mais um pouco.
No que ela respondeu:
- Não vai dar. Troca por esse.
Fui lá e coloquei um short que quase permitiu que eu visse meu próprio útero... opa... esse eu nem tenho mais, então essa informação não procede...

Ou seja... colocando o short de Stripper, onde praticamente liberei minha stripper interior naquela tarde... foi lindo.... percebi que, para fazer certos movimentos no Pole, você tem que ter muita pele exposta, mano.
Tipo... muita pele mesmo. Porque é a maldita pele e as dobras dos músculos ( não pensem indecências, suas safadas...) que fazem as pegas no maldito poste e te fazem aderir e ficar grudada como um franguinho no graveto.
E vou dizer. Aquela porra dói.
Aquela. Porra. Dói. Pra. Caralho!
Cada virada de movimento era um flash. Porque era um beliscão medonho que dava nas minhas gordurinhas espalhadas pelas coxas.
Digo que era quase uma esfoliação selvagem, drenagem linfática medonha e sinistra, com depilação às vácuo, na base da fricção... Isso porque nem sequer falei da maldita força que tinha que fazer nos meus músculos para conseguir me manter erguida no troço, ou despencaria como uma jaca podre lá de cima... okay, não tão de cima, mas a partir do momento que vc está de cabeça pra baixo, qualquer altura é grande o suficiente para uma lesão mortal ( olha... daria um nome de livro para a JD Robb) ... heheheh...

Enfim... Lilly... tsc tsc tsc... Na na nanina... Se não estava sem roupa, só de calcinha ou com short micro blaster na parte sul do corpo, não tem como ter feito as manobras sedutoras que Jamie narrou no livro. Só se a saia da mina veio parar no queixo e eu não percebi. Ou se ela amarrou a saia e pagou calcinha pra geral mesmo, na maior. Mas aí, te digo que Lilly me surpreendeu batendo a timidez longe... safadinha...

Nesse ínterim... digo que fiz a aula, escrevi uma cena que queria para um livro meu, e sim, a minha personagem está praticamente desnuda e muita pele adere no poste referido, embora o poste que ela esteja não seja de alumínio e sim um mastro de madeira muito bem lustrado e tchururu... hehehehe...mas minha licença poética liberou geral... o que acho que foi a mesma licença poética que liberou o aval da Jamie, e cá estou eu julgando a tia... Martinha má...

Agora... para compartilhar as dores com vocês...
Tudo em mim range hoje. Tudo. Absolutamente tudo. Rir dói. Tossir dói. Peidar dói.
Há roxos em lugares super engraçados no meu corpo sexy. 




Mas não há nada como um dia lindo, onde posso dizer que já fiz Pole Dancing. Nem que seja para dizer que fui, fi-lo e não morri. Mas me pendurei naquele trem, não fui parar no hospital, me senti uma diva nada sexy pendurada lá em cima, por um instante soltei minha stripper enclausurada e pensei até mesmo em calçar um salto para dar um efeito... Oi? tá louca?





Nessas horas eu simplesmente vou dar uma salva de palmas para as dançarinas exóticas e eróticas da vida, que se penduram no poste e arrasam. 
As dançarinas que fazem por esporte e têm uma puta força do caralho para se manter nas posturas mais inglórias do mundo, mas ainda sim fazem com elegância.
As dançarinas que fazem e tiram foto da geral, com micro-roupas ou nenhuma roupa, e ainda conseguem executar movimentos sacudindo os silicones da vida... e tudo isso no salto agulha.

Minhas palmas e meu minuto de silêncio.



P.S. 

O Minuto de silêncio foi meio que por uma invejinha banal mesmo. Sorry.




Bjuuuu

50 Toneladas de besteira

Lá vou eu.

Embora eu tenha me deleitado com as merdas que escrevi anos atrás, pra meados de 2011... acabei me rendendo à ânsia de relatar minha experiência extra-corpórea no cinema ao assistir a franquia de 50 Tons de Cinza. 
Da primeira vez, ou melhor, no primeiro filme, tive o prazer medonho de ir acompanhada do meu digníssimo marido, em uma tarde ensolarada, depois de toda a febre esculachada sobre o babado e as contagens regressivas nas redes sociais. Lembro-me como se fosse ontem, porque assistimos exatamente no dia do aniversário dele, em março.
E lá estávamos nós, comendo a pipoca e degustando do refri, quando começa todo o enredo cinematográfico. Lá vem Jamie Dornan desfilando aquele jeito Grey de ser ( eu, particularmente achei que calhou bem ao papel.. ficou bem Grey... denso... meio seco... ), liiiindo, com ternos de grife, um carro mega luxus e ... não pude dar nem um suspirinho sequer porque meu marido estava ao lado, então pra quê eu precisaria suspirar, não é mesmo? Além do mais, ele estava meio que usando cinto, então fiquei um pouco temerosa. Heheheh...
E eis que surge em toda a sua... bleeeeeh... songuice, Dakota Johnson, no papel da tapada Anastácia. Céus. Minha mocreia interior chamou a cadela interior pra bater um papo e as duas chegaram à conclusão que não... definitivamente não estávamos felizes com a escolha do elenco. Eu não vou com a cara ou com os peitos, ou a bunda, da Dakota. Pronto. Falei. Me julguem.
Isso sou eu relembrando, certo? Filme vai, filme vem, cada coisa que rolava eu tinha que ouvir a pérola sagrada do meu marido ao lado dizendo : "que boooosta". "que porra é essa?" "quem faz isso?"
Okay. Relevei, porque meus olhos estavam concentrados no roteiro adaptado, pra ver se seguiria à risca o livro. 
Quando chegou à parte em que Grey começou a mostrar seu potencial dominante, meu digníssimo falava: "Mano... pra quê isso? ele tá rebaixando a mulher, acabando com a autoestima dela? por quê?"
Não estendi o assunto e me delonguei pra explicar a filosofia de vida do BDSM e nem mesmo os traumas do Grey. Deixei o filme correr.
Eis que chega a cena derradeira. A surra de cinto. 
Olho para o meu marido e ele está estupefato e pasmo. Fui redundante mesmo pra dar ênfase.
"Maaaaano, por quê esse cara fez isso, véi? Qual o propósito?" 
Tipo... maridis ficou passado.
Saímos do cine, a vida voltou ao normal.
Lá pra onze e tanto da noite, deitados confortavelmente em nossa cama super king ( desculpa, fiz questão de falar do tamanho enoooorme da minha cama luxuosa... não tenho um apê estilo Grey, mas tenho uma cama fodástica...), quando meu marido, pensativo, larga o celular e diz:
"maaaaano... tô passado até agora com as cintadas que aquele cara deu na guria lá. Pra quê? Cara... tô chocado."
E assim encerro meu relato de 50 Tons. Filme 1. Eu caio na risada até hoje quando me lembro desse dia. Foi inesquecível.

Daí, eis que a espera se acaba e anos depois chega o filme 2. Yaaaaay. Depois de toda a contagem regressiva toda de novo nas redes sociais por exaustivos meses, por fim, o dia chega.
Claro que não me atrevi a ir com a turma do corujão, a turma da meia-noite, ou quando eu chegasse em casa, quem iria para o quarto da dor seria eu. Certeza. Hahahahah... Detalhe importante a ser dito : essa aventura mega louca de ir assistir um filme à meia-noite só fiz com Amanhecer, de Crepúsculo. Hehehehhe...
Então, muito sorrateiramente, deixei os filhos na escola, na maior inocência da paróquia, atendi minha paciente, com aquela minha cara de profissional sem igual, e logo em seguida, zarpei para o shopping. Como se estivesse em uma missão.
Claro que para quem visse de fora, eu não passava de uma mãe indo às compras, indo pagar uma conta aqui, vitrinar ali... whatever...
Mas não... cheguei ao guichê de auto-atendimento ( porque não sou besta e não queria deixar provas incriminatórias e chegar ao caixa e falar : um ingresso para 50 Tons mais escuros na sessão das 14:40, por favor. Rápido que tô atrasada.). Enfim, comprei na surdina, catei a pipoca e entrei. Escolhi a última fileira do local. E pena que aquela poooooha tava cheia. E ao meu lado tinha um casal XY muito infeliz com minha presença também. Acho que eles esperavam que o escurinho pudesse lhes dar ideias. Eu acabei brecando a fantasia. 

Enfim... antes do filme chegar na primeira cena de sexo ardente eu já tinha comido a pipoca toda. Tensão. Hahahahaha...
Por favor... não me entendam mal... eu sou uma pessoa normalmente constrangida de assistir cenas de sexo acompanhada. Achei que assistir solitariamente seria menos embaraçoso, mas pasmem... acho que fiquei com 50 Tons de rosa no rosto ( nossa... 50 Tons de Rosa me lembrou de uma paródia que escrevi anos atrás... )...
Os gemidos meio Sharapova de Anastácia Steele continuaram me irritando. A primeira aparição da bunda branca da moça, definitivamente, marcou o fim derradeiro de sua carreira em minha caderneta. Realmente, realmente eu não gosto da Dakota. Desculpa, gente. Foi mal. Não rola uma química entre nós duas. hahahaha...

Enfim... peitinhos caidinhos pra cá, eis que apalpei os meus e percebi que mesmo tendo amamentado dois rebentos, acredito piamente que os meus são mais erguidos pra lua do que o da moça em questão, mas Hey... quem está contando? certo? só uma louca divagante que fica olhando esses detalhes pra poder falar mal. Hehehhehe... tipo... EU.
Mano... eu não gosto do cabelo da Dakota, dos dentes da Dakota, do sorriso da Dakota. Até o batom me irritou. Só teve uma paleta de cor lá que curti, acho que deve ser uma tonalidade bacana da M.A.C. Fora isso? Teve um batom vermelho lá que pelamordedeus... eu senti vontade de descer a mão na cara da maquiadora. Sérião.

Pra não dizer que não odiei tudo, apenas algumas cenas dela me fizeram liberar um sorriso singelo, talvez com a expressão que ela tenha usado e que caiu bem na piadinha da cena. 
Fora isso? Bleeee.
Catei um erro crasso monumental. Lá estava a cena que a bicha está se aprontando para o baile. Eis que ela coloca uma lingerie sexy, com cintas-liga, espartilho e todas aquelas rendas e tchururus. Grey chega e pluft... instala las bolitas salientes  dentro da garagem secreta da moça. 
Os dois vão ao Baile. 
Rola um momento quente e tadaaaaaam! Grey tira o vestido da lady e tadaaaaaaaam! Cadê a lingerie que tava ali? O gato comeu!!!! 
Primeiro erro mortal: qualquer mulher que se preze sabe que nunca, nuuuunca, daria pra usar renda e sutiã ou cinta-liga com costuras evidentes em um vestido de cetim que é mais colado que preservativo no biláu. Todo mundo sabe que marcaria tudo. Até as profundezas de todos os vales secretos. Cara, vestido de cetim marca até os pentelhos, se brincar.  Por isso, quando vamos a uma festa chiquetosa e optamos por usar um vestido de cetim o que usamos por baixo, sem que o resto da população saiba? CINTA MODELADORA. Porra. Claro. Tipo, Doctor Rey. Pra deixar o shape perfeito e no formato ampulheta e não marcar as reentrâncias ou o braile que algumas estrias e celulites atrevidas poderiam querer enfatizar.

Segundo erro mortal: não me lembro o que era, mas que devia haver um segundo erro mortal, devia. Hahahahahah... é que divaguei tanto no primeiro que me esqueci totalmente desse. Ah, lembrei. Cetim e umidade não combinam. Okay? E Ias bolitas selvagens muito provavelmente produziram alguma quantidade de fluidos corporais em nossa amada criatura... então... não. Para tudo. Depois de todo o esbrubles que rolou no quarto de solteiro do Grey, com os fluidos dele somados, era pra ter uma marca evidente da safadeza que aqueles dois estavam praticando.

Mas enfim. Estes foram meus olhos que tudo veem e divagam.
A bunda de Jamie apareceu bastante. Malhou bem os bíceps, abdominais na medida. Tava no grau. Juro que nem olhei muito.
Só a cena do chuveiro me valeu pacas, mas pode ser que eu nem tenha apreciado com gosto porque naquele exato momento eu tinha tomado todos os 700 ml do refrigerante e eles teimavam em querer sair, já que minha bexiga tem uma capacidade relativa de apenas 600 ml. E o que aconteceu? aquele monte de água caindo daquele chuveiro me deu uma baita vontade de fazer xixi, mas aguentei firme, mandei ver na ginástica de Kegel e nos músculos do assoalho pélvico, ordenando esses filhos da puta a manterem a contração pra não deixar que nada saísse dali. Até a cena final do filme. Que tinha que terminar com os dois indo para um ambiente que tinha o quê? água. Poooooooorraaaaaaa.... Foi um tormento. Mas consegui chegar e vencer o desespero e ainda assistir as cenas pós-créditos. 
Cheguei ao banheiro praticamente fazendo a dança irlandesa, mas tudo bem. Eu estava sozinha mesmo, de óculos escuros pra ninguém me reconhecer. Hahahahahha...

E é isso. Minhas considerações. 
Espera. Não dei. Darei.
 Nessas horas é que dou graças que minha carreira em Hollywood não deu certo, daí consequentemente, nunca cruzei os caminhos com um Jamie Dornan da vida, que acabou topando uma franquia milionária para protagonizar cenas de um pornô romantizado, que deve ter passado horas e horas num estúdio, em trajes sumários com uma atriz em trajes mínimos, encostando aquilo e tudo mais nas partes pudendas um do outro, trocando beijos e impressões de que são um casal quente pra caralho. Entenderam? Minha consideração vai pra mulher do Jamie que pra mim é uma guerreira, porque se fosse eu, estaria à base de medicamentos e drogas pesadas. E terapia. Individual. De casal. Grupal. 
Uma vaia grande pra Dakota, que aparece em todas as premiéres do filme com vestidos minimalistas que mostram mais do que escondem, com os boobs quase pulando pra fora a qualquer momento. Aloooooou??? Kirida! Já vimos teus peitos por quase duas horas de filme, então pra quê mostrar ao mundo novamente? Se liberte, gata. Cubra um pouco aí desse bagulho. E para... que tá feio. Tá meio caidinho. Ou então os decotes dos vestidos não estão valorizando o colo, flor. ( Esse foi minha cadela interior fazendo um high-five com a mocreia interior).
Um parabéns para o Jamie que mostrou que... well... mostrou que muito provavelmente pode ter adquirido algum apreço por algumas particularidades de cenas no filme e talvez tenha ensaiado com a esposa em casa. Ou assim esperamos, certo, Jamie? hahahahahhaha... Cá fico eu pensando se Charlie Hunnam imagina que escapou dessa cilada mortal... e do quartinho da dor.

Bjuuuu

50 Toneladas de beijos pra vcs, psicóticas loucas, que como eu, se divertem a qualquer momento, independente das opiniões contrárias.

Pra quem ama ou odeia 50 Tons, o que digo é que cada um é cada um e pronto, né?


Quem quiser matar saudade das divagações de anos atrás, abrindo o coração para não quererem me espancar...

50 Tons de Semelhança
50 Tons de Spoiler

A Tríade Literária

Eu sou meio que a Suíça, sabe? Não gosto de me envolver em conflitos, falo diversos idiomas, uso relógios bacanas e como chocolates finos. Hahaha... Okay, a Suíça não é somente isso, mas vcs entenderam o sentido da piada, certo?
Uma coisa que rende muito no nosso universo blogosférico é a eterna briga entre três mundos que quando se colidem pode vir a dar merda e gerar a terceira guerra mundial. Dependendo da extensão do assunto, pode gerar até mesmo o apocalipse zumbi do mundo literário.
Mas eu só vou falar no assunto porque senti necessidade, não porque preciso optar por algum lado da guerrilha. Pra dizer a verdade, eu nem soube do que rolou, apenas fiquei sabendo por alto.
Mas divagarei aqui por conta de uma irritação profunda que senti recentemente.

Primeiro vou esmiuçar as três partes da tríade:

Autor: Aquele ser que pensa, projeta, digita, passa horas pensando e criando um universo fantasioso e muitas vezes se desgasta para conseguir dar seguimento ao que ele imagina que irá se tornar um bestseller. Porque todo autor tem esse sonho encarrapitado na cabeça. De que "agora vai"! Uhuuu! É esse! Vou chegar lá! Vou fazer um acerto kinen Stephenie Meyer ou E.L.James. ( Estou citando as da moda...).
Esse ser é movido por parâmetros muito distintos... ele pensa, logo escreve. Mas há algo de podre no cérebro dele. Algo que se alimentado de maneira errada, pode dar merda, literalmente. 
O Ego. 
Vejam bem. Todo mundo gosta de ter o ego acariciado. TODO MUNDO. Isso é fato. Uma pessoa te elogia, elogia teu corpo, fala que tu tá goxxxxtosa, sexy, teu cabelo tá mara, tua pele tá fantástica, tuas unhas estão soberbas... o que você faz? Cultiva para que continuem... porque seu ego foi alimentado. Até mesmo os animais curtem essa parada. Quer ver um gato ronronando? vá dar uma acariciada no ego dele, no caso aqui o pelo, a barriga, whatever.
Quer ver uma criança pirracenta ficar um doce de leite? Vá lá e pegue no colo, faça cosquinha, dê beijos melados e fale coisinhas fofas no ouvido dele... ele fica manso como um cordeirinho de presépio.
O ego funciona assim. O que não pode rolar é o degringolar do bagulho. Porque aí descamba para o MEGALOMANÏACO. Onde o EGO fica nas alturas cósmicas e aquele ser passa a ser um ser... bem... um ser... muito irritante e de difícil convívio social. E aí, qualquer coisa que você falar, será um show de melindres e uéeeeeun... unhas de gato sairão e booom... fight! fight! fight! 

Leitor: Aquele que lê, logo compra a história que o ser ali acima escreveu. Esse ser é muito importante para a cadeia alimentar literária ( existe isso, produção? cadeia alimentar literária? desde que algumas vezes um come o outro, e não no bom sentido, acho que podemos dizer que sim...). Este elemento primordial da natureza precisa existir para consumir o produto que o autor acha que pode ser degustado. E isso é lindo. É um ciclo mágico e único. Uma troca. Eu pelo menos acho fantástica essa interação. Porque o autor tem a capacidade de se comunicar e se doar para cada leitor terráqueo! Olha que doido! 
Eu me amarro quando os leitores chegam até mim e externam seus comentários ( graças a Deus até agora foram coisas muito legais de serem externadas...). Acho essa troca válida, um crescimento maravilhoso. Mas nem muitos autores têm tanta acessibilidade assim aos seus leitores. Vamos dar o bené ( benefício da dúvida) para o fato de que muitos autores com milhões de fãs ( leitores), não teriam condições em manter esse vínculo. Imaginam Nora Roberts fazendo contato com todo leitor que quisesse dar uma palavrinha amiga com ela? saber um pouco mais do Roarke? dar um sacode porque ela fez aquilo no livro tal? Imaginam Nicholas Sparks tendo que responder seus milhares de leitores gritando em seus ouvidos suas reclamações sobre seus assassinatos de personagens? ( spoiler... ops... ele mata os personagens... sorry.)
Então... daí é um mundo muito louco. O leitor não tem um pingo de obrigação de ler os livros de um autor. Ele lê se ele quiser. Ponto. 

Blogueiro: Aquele que lê, logo resenha. Ou, em alguns casos esporádicos, desdenha. Vamos ao motivo da discórdia. Muitos blogueiros são leitores. OPA! todos os blogueiros SÃO, antes de tudo, LEITORES, ou eles não estariam lendo. Daaaaa... Alguns leem meramente pelo prazer de ler o livro. Fazem aquilo por amor mesmo. Por puro carinho pelo ato da leitura. Não recebem nada por isso. Opa... aí entra outro pico de discórdia... porque foi-se o tempo em que o blogueiro era apenas um leitor famigerado que gostava de compartilhar suas opiniões sobre tal livro e tal autor, simplesmente porque precisava externar seus sentimentos. 
Entraram as parcerias em voga. E aí, muitos blogueiros passaram a fazer da leitura uma espécie de profissão, e tudo ficou muito mais profissional. E isso foi lindo, porque deu todo um charme ao universo literário. Sabe por quê? porque o autor não se faz sozinho. Nunca. Ele precisa do leitor. E precisa do leitor falador, aquele leitor empolgado que anuncia o livro para os amigos, que divulga, que faz o boca a boca, e não digo o boca a boca da respiração cardiopulmonar... digo a propaganda mesmo. O tête-a-tête. Isso é importante demais. E o blogueiro criou uma plataforma linda, cheira de frufrus fofos, virtuais e meigos, páginas maneiras e delicinhas de serem futucadas. É por isso que faço questão de agradecer em todos os meus livros a estes seres extraordinários, que se empenham em gastar seu tempo para ler uma obra e, muitas vezes, por nada em troca, divulgar aquilo ali.

O que acontece é que todo lado tem duas faces. Toda situação tem uma revelia. O blogueiro pode gostar ou não do teu livro. Ele pode falar bem ou não. Aí fudeu. Matou a corrente. Porque se ele fala mal, ele vai influenciar outros leitores a não quererem o livro e isso vai ferir o ego daquele ser chamado autor. Sacaram a corrente? 

Todo mundo precisa estar bem tratado aí. Fazendo terapia, de bem com a vida. Pra entender as nuances que a vida nos oferece. 
O autor precisa entender que nem sempre vai agradar a todos, até mesmo porque nem mesmo Jesus Cristo, perfeito como é, consegue esse intento, então porque raios ele acha que conseguirá?!
Ele precisa entender que vai ter gente que vai curtir, vai ter gente que não vai curtir, vai ter gente que vai abandonar o livro e resmungar, vai ter que gente que vai dizer que é o livro do coração... 
Isso sou eu falando para mim mesma. Para internalizar essas verdades. 
Porque quando nos deparamos com críticas ácidas e torpes dói pra caralho. Não há um autor na face da Terra que não vá dizer que não se sentiu deprimido quando leu sua primeira crítica detonando um livro. Que não se sentiu injustiçado. Que não sentiu vontade de ir lá explicar a razão de ter escrito aquilo, ter ido defender seus personagens com unhas e dentes... o lance é que o tempo nos calibra. E passamos a aprender a lidar melhor com as críticas e comentários maldosos. Nem tanto. Cof cof... um copo de vodka, por favor!

Todo leitor precisa entender que, pelo amor das minhas calcinhas... filho... leia a classificação dos livros que você ame, ou então já vá preparado para abrir seus horizontes. Se você é um leitor eclético, isso é sensacional. É sinal que você é uma espécie de "dementador" do Harry Potter e consume tudo o que vem pela frente, sem olhar a quem. Isso é mara. Isso é criar um equilíbrio cósmico no teu cérebro. 
O que não dá é pra você ler um livro florzinha e fazer uma crítica maldosa, dizendo exatamente que aquele livro é "bobinho, infantil, sem graça", se você for um leitor único e exclusivo de livros eróticos, hots e calientes safadanos ( "nádegas" contra, até mesmo pq leio...). Não dá pra comparar a, desculpe a palavra chula... vou falar... ai, meus sais... vou ficar vermelha... credo... odeio escrever essa dita.. não dá pra comparar a boceta virginal de uma mocinha florzinha com uma boceta planta carnívora que devora a Anaconda do cara, saca? 
Isso é inconcebível, gente. Tipo... é óbvio que será um choque cultural e sexual para o leitor. Está lá acostumado a ler paus latejantes e gorgolejantes e se depara com cenas fofas e com coraçõezinhos flutuantes... o sentimento será brochante. Te entendo. Mas isso se você for um leitor que tem em sua cartela de portfólio skoob-doo somente essa linha. Se você for rodado na "night", significa que você lê tudo. Até livro infantil, menos Peppa Pig.

Todo blogueiro precisa captar que... well... vá com calma na alma, amigo blogueiro. Seja amigo. Seja parceiro. E quando digo seja parceiro, não quero dizer pra você puxar o saco do livro, enaltecer o cara, a obra, especialmente se aquela não for tua opinião. Porque senão isso fica fail... fica falso. Como os leitores poderão confiar? Por isso tem muito leitor que desconfia de avaliações mega ultra blaster top picas das galáxias. Porque todo mundo acha que somente os amigos que fizeram aquilo ali. 
Eu costumo dizer que, se eu passar no crivo literário das blogueiras mais ásperas em críticas justas, eu estou na glória. Porque considero que existem blogueiras tipo InMetro Literário, saca? Tem blogueiros específicos para cada tipo de livro, por exemplo. São entendedores desses seguimentos. E aí, eu acho que se esses blogueiros aprovarem meu livro, significa então que o livro está degustável. Está maneiro. E aí, se aparecer uma crítica de algum leitor mais irritado à frente, eu volto lá naquele blog ultra e releio a resenha do meu livro e volto ao primeiro amor. E penso... "mas fulana aprovou... é o que tá valendo no meu coração."
Tá vendo? Somos movidos por ego. Eu gosto de receber um carinho na pelagem. Chego até a ronronar. hahahahah...
Uma das coisas que mais me arrepiam os cabelos é quando leio as resenhas que já se iniciam com "Um livro fofo, mas clichê". Como se o clichê fosse algo que desmerecesse o livro. Caros amigos, leitores, blogueiros, divagantes... o clichê é um elemento primordial na vida do ser humaninho leitor ou apreciador do romance. Não adianta você afirmar que não gosta deste estilo, porque te desafio a me listar os livros que já leu e vou apontar os elementos clichesísticos existentes nele. São elementos que fazem parte de todo roteiro de novela, filme, seriado, livro, dorama, graphic novel, mangá, desenhos... TODOS. Podem ser explorados de diversas maneiras, mas estarão lá em algum momento no percurso.
Existem livros que tentam sair fora do padrão 100% clichê. Mas ele saem completamente? Nope. Até Senhor dos Anéis tem um elemento clichê. Quer saber onde? O romance gracinha do Aragorn lá com a mocinha fofa... se no livro não tinha, ao menos no filme fizeram questão de explorar, colocando o bonitão do Virggo Morthensen com a Liv Tyler. Aposto uma ponta roxa dos meus cabelos como todo mundo torcia e esperava o momento em que os dois se encontravam para trocar uma bitocas... e eu que torcia para o Légolas arranjar uma elfa gata? Queria que fosse eu, mas enfim...
Harry Potter tem clichê... Quando sentimos aquele sentimento dúbio sobre saber com quem Hermione Granger deve ficar... se com o Harry ou com o ruivo tapado... humm? ( Corri um risco grande aqui de ser massacrada pelo Potter heads...)...
Então... amemos o clichê... e vamos deixar de ser clichês e sempre usar a mesma definição clichê para um romance clichê.  Hashtagen suas vidas com #euamoclichê. Assumam. Saiam do armário clichesante.

O que acho que meus amigos bloggers lindos podem ser um pouco mais... um... como direi... delicados em suas críticas se se depararem com um torpedo gótico nas mãos. Abstenham-se, sei lá. Sejam diplomáticos. Eu acredito que há jeito para tudo. Inclusive para se jogar as palavras no universo cibernético.
Mas essa é minha opinião divagante que ficou longa pra caraaaaaaaaaaaaalho.

Nem sei se a galera chegou ao fim do texto. Mas o importante é que desabafei.

Essa semana meu ego foi meio que ferido por um comentário vil de um leitor devorador de pepekas incandescentes, que muito provavelmente achou meu livro fofo demais para seu gosto. Me irritei. Confesso. Sou humana. Fui para a terapia. Tomei meus remédios. Hoje estou ótima. 
Existe a máxima que diz : Se beber, não dirija. Aqui eu uso: Se escrever, não julgue. Então decidi não julgar a opinião da moça. Depois de muito trabalhar a autoestima novamente. E depois de ter um momento sofrência. 

Mas cá estou.

Amo meus leitores. Digo sempre onde vou. Não os considero fãs ou meramente leitores. Considero amigos. 
Amo meus blogueiros. Vocês são lindos. Sem vcs, meu trabalho seria árduo e solitário.
Agradeço aos meus dez blogueiros lá do início da minha carreira, sendo que alguns me acompanham até hoje... desde o Tapete Vermelho.
Nomes que posso listar sem medo... Lia Christo, Elimar Santos, Bianca Benitez, Verônica Sobreira, Ludmila Fukunaga... essas foram algumas das que enviei o Tapete, na época,  sem que sequer me conhecessem direito. Todas indicadas pela minha amiga Ana Paula.  E até hoje estamos aí. E se vocês estiverem lendo este texto enoooooorme, deixem o comentário e me digam se em algum momento, ao longo deste anos todos, meu comportamento jovial e sexy mudou... 

Bjunda. Já falei demais. Meus dedos até travaram.


Swing C's



Não é à toa que carrego a alcunha de divagante... se eu estiver em um processo de leitura, provavelmente de uma série longa, e sinto a vibração intensa e a necessidade looooouca de divagar para vocês... podem crer que é porque logicamente... estou divagando... e preciso compartilhar minhas pérolas de sabedoria...

Cá estou eu, em uma vybe de Motociclistas ( não fale motoqueiros que eles ficam putos...) selvagens. Andei me enfiando em umas séries super densas ( depois vou divagar sobre uma dark night blanguers ), quando vi o burburinho sobre uma determinada autora e resolvi investigar. Porque eu acho que esse é o trabalho de todo blogueiro literário... investigar o que anda rolando por aí no circuito dos books. Embora eu não me considere uma blogueira literária... e sim uma divagante literária, errante pelos caminhos tortuosos que determinadas leituras podem gerar na minha mente.

Okay. Taí. Jamie Begley. Nunca tinha ouvido falar na mulher. Fui ler os books. Já caí matando no primeiro : Razer's Ride. Anote o detalhe que cada motoboy magia aqui tem um apelido respectivo que vai ser correspondente a algo muito pessoal. Razer está ligado a lâminas de barbear... mas não pense com inocência, okay? Pense sujo, lady.

Okay... primeiras páginas do livro você já fica assim: Oooooiiii? Comassim?  Calma... xô explicar... estamos muito habituadas em ler séries de livros de MC's fodões, que normalmente estão envoltos no mundo da bandidagem, tchururu. São livros com uma temática mais dark, crimes, parará. Veja aí exemplos de várias séries, como a mega dark da Tillie Cole. Mas temos outros bons exemplos... Chantal Fernando, Bella Jewel, Madeleine Sheehan e outras.

Aqui os Motocas são foooodas. Mas no sentido da palavra mesmo. De foda. De foder. Na verdade eles conjugam bastante o verbo. O tempo inteiro. O livro todo. É tenso. É escaldante.

Os caras são barrigudos, barbudos e temerários? Kinen os "cara suja" do seriado Sons of Anarchy? Não. Claro que não. Obviamente que não. Aqui eles são todos ex-militares, praticamente Seal's ( ploft! Som do meu desmaio quando descobri esse detalhe...) , que se aposentaram do serviço e resolveram fundar um clube.  Então trabalhe a mente aí em tanques de guerra, gomos e pacotes de seis e oito, V's descendentes, membros superiores dignos de nota e um objeto fálico estilo bazuca, praticamente um Pole Dance, literalmente, já que as minas lustram bastante. Daí tu soma umas tatuagens super sexies e um sex appeal da pêga. Tome aí uma das muitas razões porque esta série arrasa.

Os caras são ricos e ainda fazem operações para o governo. Enfim. Moooooorraaaaaaa.... espere um pouco de ação. Quando eles não estão fodendo. O que não deixa de ser uma ação também. No ato de foder. Enfim. Espero que fique claro o espírito do livro.

O que dá uma arrepiada na mandioca aqui é o seguinte... normalmente esses machos alfas são tachados de mega possessivos, certo? E porra... se eles são machos, há certas atitudes que são atitudes muito másculas, como por exemplo não ficar exibindo o pau para os outros coleguinhas, nem apreciando o bagulho dos outros e por aí aforante.

O que nos leva ao título ideal desta divagação. Esta série não deveria ser considerada de MC's e sim de Swing C's , porque esse clube dos Last Riders, nada mais é do que um puta clube de Sexo. Cheio de putas. E putos, claro.

Vejam bem. Aqui há membros mulheres também. E para se tornar membro, as criaturas com aquilo entre as pernas ( pussy ladies) devem dar para 6 membros originais. O grupo é formado por 8 membros originais. Helloooo... a fila é grande das mulheres...

Amigas. Choquei. Pasmei. Virei Goma de chiclete seca. Porque é um clube de swingue mesmo. Rola um troca troca de casais sinistro ali dentro. As putas do clube rodam entre eles e é praticamente um rodeio. E tipo, você nunca mais vai pensar em uma festa numa sexta-feira em um clube de Motociclistas com olhos inocentes. Porque a descrição aqui é orgia pura.  E cara, eu fiquei pensando que toda hora era sexta feira no livro da mulher... nem sei quantas sextas-feiras o mês devia ter, mas eram bastante... hahahaha...

Daí quando as mocinhas surgem, lindas e praticamente virginais em suas canduras, os mocinhos são pegos pelas bolas. Mas dão um jeito de inserir as ditas no clube e meio que apresentar o estilo de vida alternativo para as criaturas. Que correm assustadas como camundongos em um desfile de vassouras, mas até eu, gente. Tipo, eu odeeeeio com muita força, muita força mesmo, livros com menáge a trois. De boa pra quem curte e se amarra, mas eu detesto. Então quando eu via o prenúncio de algo insinuante eu dava uns gritos na Josiane e falava : Paaaaaaaaraaaaaa tuuuuuuudo!!!! Que eu preciso descer que minha labirintite tá atacada!!!!

Essa é mais ou menos a sensação que tive a cada livro. Vamos lá. Os mocinhos são fodedores natos. Então eles fazem merda. Putaquepariu. Vão fazer merda lá na casa do chapéu. Eu tenho asco de livro que o mocinho trai de boa, naquele intervalo entre decidir "fico com a mina ou não fico com a mina". Ou se tem uma briguinha, pronto. Vai lá e come outra refeição.

Então se teu coração dá uns saltos esquizofrênicos quando você lê essas paradas, te prepara.

Eu gosto de homem possessivo, tendeu? Tipo as vampirada do IAN. Essa mulher é MINHA. Ninguém chega perto do que é MEU. Ninguém vê nenhum pedaço de pele que ME pertence. Se encostar eu estripo e por aí vai.  Bom, eu curto. Nos livros isso é mara. Na vida real é meio psico e obsessivo, mas enfim... estamos falando de livros, certo?

Os caras aqui, antes de finalmente, finalmente assumirem as gurias como suas, tinham uma vida muito cheia de liberdades e compartilhamentos de corpos alheios. Cara tá lá, com uma puta chupando o bigulim, daí outro chega por trás e créu. Daí outro chega e fala : Hey, libera essa aí e pega aquela outra lá. E as bichas tão de boaaaa... Mas isso estou falando das putas oficiais. Que são até gente boa, tadinhas. Mas a autoestima foi lá pra putaquepariu ( literalmente).

Neste grupo aqui dou palmas só para o Shade, que é um DOM nato e meio que você poderia classificá-lo como uma espécie de... Flame bem resolvido na vida e não tão fodido. Eu acredito piamente que o cara também tem uns traços bem Asperger, sem demonstrações de sentimentos e parará, mas quando ele bate o olho na mocinha, tipo a mente do cara grita: MINHA. Daí ele pacientemente espera até a hora de dar o bote e reivindicar a lady. Mas ele espera quieto e pacato, como esperaríamos romanticamente? Claro que não. Enquanto isso, ele fode "as mulé tudo". Prostituto do caralho. Poderia ter ficado casto. Quietinho. Colocado a cobra pra dormir de boa. Morrer ele não iria, né?

Enfim... mas entre todos, ele é o que tem as características que eu mais curto. De nada de compartilhar. Porque aqui o lance é o seguinte: se as mocinhas estiverem de boa com compartilhar, os caras tão de boa na lagoa, tranquilo no mamilo, suave na nave. Tomanucúuuuuuu, véi!

Esqueça os lances de Old Ladies que vc lê em outros books. Aqui não existe isso. Ninguém é dono de ninguém. É território livre. Voyerismo corre solto. Se a porta do quarto estiver aberta, é um sinal que outros membros podem entrar pra apreciar o show ao vivo. É praticamente um reality show meeeeesmo. Pornô. Muito doida a concepção de sexo livre grupal que a autora fez. Aaaaah... só vcs lendo pra entender... Os manos tipo tem o maior tesão de verem uns aos outros transando livres e leves e soltos.

Eu praticamente senti as assaduras nos meus países baixos só de ler o taaaanto de cenas de sexo que essa série tem. Quase necessitei de uma hipoglós mental. Não dá pra negar que a autora escreve super bem. E consegue acender as lamparinas da mulherada...

Não sei onde a autora quis chegar com a junção da exploração de duas vertentes contraditórias até agora. Sério. Porque aqui as mocinhas frequentam a igreja, são cristãs convictas, com valores arraigados e tal. Você vê que rola uma parada de tentar mostrar que o pai de duas delas era o pastor da igreja e era um sádico abusivo, com implantação de castigos divinos e todo papo de religiosidade, mas você percebe que as personagens femininas são construídas para serem boas e muito humanas, sempre respeitando o próximo. Enfim... elas cultivam valores. Que muitas vezes batem de frente com a caralhada do sexo solto do Clube dos Last Riders. E aí rola o conflito. Então eu não sei se a autora quis explorar que toda mulher pode ser uma dama fora e uma puta na cama. Ou ser cristã e ainda assim curtir os prazeres mais pesados da carne, sei lá. É muito estranho.  Minha mente divagou muito nisso. Porque não concordo. Parece que ela tenta fazer uma apologia, saca? Tipo: ei... vc aí? Pode ser uma boa moça, uma cristã, ir à igreja, mas se quiser, pode dar pra geral que tá de boa, porque o corpo precisa sentir...

Não concordo. Mas aí é meu ponto de vista careta, neh? Me julguem... hihihi... O último livro, do Lucky, é o mais denso nesse aspecto de conflito interno religiosidade/ frutos da carne. Porque o Lucky era pastor mesmo. E ele tem umas taras muito toscas pra fazer uns jogos sexuais. Mas vc tem que ler pra sacar.

Minha divagada errante vai para : como as mocinhas tinham coragem de beijar as bocas dos caras, que vagavam pelas pirikitas alheias das putas fixas do clube ? Toda hora, a todo momento. Em qualquer lugar.  Eu teria um pouco de ressalvas para executar o ato...

Outra coisa que não concordei... as putas do clube, cujas quais denominarei: Raci, Stori, Bliss, Jewel e Evie sempre que estão sendo utilizadas pelos rapazes, escutam a frase célebre : Venha aqui que vou me enfiar nesta boceta apertada. Oi? Não... não... contraditório... se estas ladies, dividem seus corpos para tantos machos, muitas vezes por frente e por trás, um atrás do outro ( haaaaaja disposição) , não consigo compreender o conceito do apertado... pra mim o tecido deveria já estar mais para o relaxado... mas tudo bem... vai que as bichas fazem pompoarismo, né?!

Outro questionamento: Nunca vi estas mesmas criaturas menstruadas no clube. Com cólicas, TPM... nada. Sempre bem dispostas. Helloooo... que mundo é esse e que mulheres são essas? Amazonas? Tá foda competir com esse parâmetro de ninfomaníacas.

Outro ponto. Os homens sempre carregam as mulheres, quando querem transar, para seus aposentos, no ombro, sabem como é? Kinen bombeiro socorrendo vítimas de incêndio? Aquele típico comportamento de macho neandertal e tal? Pois é... o que eu já até fiz um video uma vez demonstrativo, mostrando claramente  que apenas nos livros esse tipo de carregamento é bacana e usual. Na prática é uma bosta. Dói o estômago ser pressionada contra o ombro do indivíduo, se você tem labirintite é foda, e outra... se o cara soltar um pum... mêeeeu... tu morre e acabou o glamour, véi.

Hahahahahhaha... matei a cena romântica pra vcs, ne? Sorry...

Eu tenho a dizer uma coisa: Jamie Begley escreve muito bem. A série é bem delineada com uns mistérios e uns parangolés ao longo dos livros e um vai puxando o outro. E é uma autora inteligente, porque entremeia mais 3 ou 4 séries nessa, então tem uma ordem e sequência certa de leitura, pra você não ficar perdidão.  As histórias têm um gancho e uma pegada tão intensa que você não consegue parar de ler. Mas confesso que cheguei a pensar em vários momentos a desistir, exatamente pelo fato daquilo que disse ali acima. Não curto essas paradas de compartilhamento de material ou bofe alheio. Eu pulava bastante as cenas de joguinhos sexuais. Inclusive, nos últimos livros, nem sei se por conta dos machos da casa já terem se ajustado com suas moçoilas e diminuído um pouco o ritmo das orgias e bacanais, vemos bem menos. Pode ser também porque um dos pontos que muitas leitoras queixam a respeito dos livros da Jamie é sobre o excesso. Porque tudo em excesso é ruim. Até sexo. Então... nego tava ficando meio que irritando com o tanto de cenas de sexo sem sentido e tal. Daí nos últimos livros vc pode notar outra vybe.

Vou dar uma divagada quanto às capas... Quando vc pensa em MC's, qual é a moto que tem vem à cabeça imediatamente? Na minha são as Harley Davidson. Na hora. Acho que tem a característica dos motociclistas fodões e tal. A capa do Razer a moto não se parece em hipótese alguma ser uma HD... hum hum...
 Dá uma olhada aqui:



 Diagnóstico final de leitura: Curti. Alguns momentos. Alguns diálogos. Algumas cenas. Alguns personagens. Todo mundo batendo palmas, porque até agora o campeão de votos é o Shade. Preparem as calcinhas para um novo conceito de DOM. Acho que só vcs lendo para tirarem suas devidas conclusões. Um dos personagens mais inteligentes que já tive o prazer de me deparar...

 Eu sempre faço leitura em conjunto com minha amiga Kiki. Eu e ela passamos o dia inteiro trocando áudios no estilo: "Queeeeee que é isso!!!! Não acredito...!" Falei pra ela que eu achava que esse povo fazia tanto sexo, porque as vibrações das motos devia dar um siricutico nas bolas e os caras precisavam botar pra fora...literalmente.

 E a pobre Jô sofreu comigo... pq perturbei... em busca de spoilers. Aaaah... eu pedia mesmo. Falava na maior cara dura: "Me diga aí, Jô. Essa mocinha permanece intacta ou vai ter entrada USB por todos os lados, de diferentes machos, mesmo que sejam gostosos?" Hahahhahahahaha...

Tô com dor de cabeça até agora. Muito sexo em letrinhas assim faz mal... sobe a pressão. Dá até angústia. Hahahhahahaha... E revira os zoín... especialmente se os personagens estão praticando alguma pose Cirque Du Soleil que você não compreende, nem se virar o livro de ponta cabeça...


Bjuuuuuu



Aqui vai a ordem correta de leitura, se vc não quiser voar nas histórias:



Agora pra vc se divertir um pouquinho e soltar sua imaginação... qual seria sua moto de escolha?




To aqui nessa equipe, hein? Hahahah